Este projeto de extensão propõe ações interdisciplinares para a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno na atenção primária em saúde. A iniciativa se fundamenta em uma abordagem humanizada e dialógica, alinhada aos princípios da educação popular, da clínica ampliada e da integralidade do cuidado. Com foco em gestantes, puérperas e seus bebês, o projeto integra rodas de conversa, visitas domiciliares e comunicação digital para oferecer suporte contínuo, qualificado e respeitoso às mulheres no ciclo gravídico-puerperal. Além de acolher e apoiar o aleitamento materno, as ações buscam valorizar os saberes populares, fortalecer a autonomia das mães e promover o envolvimento das redes familiares e comunitárias. O projeto também proporciona uma experiência formativa para estudantes da área da saúde da UFCSPA, estimulando reflexões críticas sobre o cuidado em saúde, a escuta sensível e o papel social da universidade. Espera-se que as ações contribuam para minimizar as dificuldades enfrentadas no pós-parto, criando espaços de escuta qualificada e acolhimento às puérperas. O projeto também visa sensibilizar agentes comunitários e profissionais da APS sobre seu papel estratégico no incentivo ao aleitamento materno. Ao mesmo tempo, busca envolver familiares no fortalecimento da rede de apoio à amamentação, reconhecendo seu papel ativo na construção do vínculo mãe-bebê. Ao integrar universidade, serviços de saúde e comunidade, a iniciativa consolida uma cultura de apoio à amamentação e reafirma o compromisso da universidade como agente transformador, desenvolvendo soluções sustentáveis, eficazes e culturalmente sensíveis para a promoção da saúde materno-infantil.

  • Coordenadora: Fabiana Viegas Raimundo
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O projeto de extensão Educação Continuada e Diálogos para o Cuidado Nutricional de Crianças Menores de Dois Anos é fruto de uma parceria entre a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (SMS/POA), com o objetivo de qualificar as práticas de aleitamento materno e alimentação complementar saudável no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS). A proposta surgiu a partir de uma demanda da gestão municipal e foi construída de forma colaborativa entre docentes, estudantes e profissionais da rede pública de saúde. Com foco na formação continuada e na valorização da escuta e do diálogo, o projeto promove oficinas temáticas interativas, fundamentadas em metodologias participativas e nos princípios da educação popular. As atividades abordam aspectos teóricos e práticos do cuidado nutricional na primeira infância, utilizando recursos como dinâmicas de grupo, estudos de caso, materiais audiovisuais, rodas de conversa e atividades lúdicas. Destinado a profissionais da APS — incluindo médicos, enfermeiros, nutricionistas, técnicos de enfermagem e demais membros das equipes —, bem como a estudantes de graduação, o projeto busca não apenas fortalecer o cuidado materno-infantil, mas também promover o vínculo entre universidade, serviço e território. Espera-se qualificar o cuidado nutricional prestado às crianças menores de dois anos, ampliando a escuta sensível às famílias e promovendo práticas mais resolutivas e humanizadas nos serviços. Ao integrar ciência e realidade social, a iniciativa visa contribuir para a promoção da saúde na infância, a redução das desigualdades e o fortalecimento das políticas públicas de alimentação e nutrição no município de Porto Alegre.

  • Coordenadora: Fabiana Viegas Raimundo
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) define câncer como um conjunto de mais de 100 doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e desordenado de células. Atualmente, em torno de 80% das crianças e adolescentes em tratamento para o câncer podem ser curados, desde que diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. Garantir a qualidade de vida é uma preocupação cada vez maior, assim como para o bem estar físico, emocional e social da criança e da família. No contexto multidisciplinar se torna primordial e enriquecedor o papel da fonoaudiologia na promoção, aprimoramento e prevenção de alterações dos aspectos relacionados à audição e linguagem nessa população. Este projeto pretende orientar os familiares de crianças e adolescentes em tratamento para o câncer, no Instituto do Câncer Infantil, sobre a importância do brincar para a aquisição e desenvolvimento de linguagem , assim como oferecer sugestões de brincadeiras para estimulação da linguagem oral e treino de habilidades auditivas. Os familiares serão convidados a participarem de oficinas enquanto seus filhos realizam atendimentos clínicos no referido instituto. Também serão oferecidas atividades com as crianças, durante as recreações que participam, visando que a família acompanhe e vivencie as brincadeiras propostas. As oficinas acontecerão inicialmente uma vez por mês, visando observar a adesão ao projeto, mas posteriormente, mediante adesão, é que ocorram quinzenalmente com temáticas diversas. O presente projeto é de origem interinstitucional, no qual duas universidades públicas participam conjuntamente oferecendo uma troca entre academia e sociedade. Além disso, materiais como folders e cards serão elaborados com orientações sobre o desenvolvimento de linguagem e audição, brincadeiras e atividades que visam a estimulação da linguagem oral e habilidades auditivas. Ainda durante as oficinas, será reservado espaço para dúvidas, contribuições e relato de experiências dos participantes, no sentido de adequar cada vez mais a proposta às necessidades deste público.

  • Coordenadora: Cibele Cristina Boscolo
  • Colaboradoras: Pricila Sleifer e Letícia Gregory
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Este projeto de extensão propõe fomentar a reflexão crítica e a adoção de práticas responsáveis e sustentáveis no uso e desenvolvimento de tecnologias digitais em saúde. Considerando os desafios ambientais e sociais associados ao avanço dessas tecnologias, a iniciativa busca promover a conscientização sobre temas como eficiência de software, inclusão digital, acessibilidade, ética digital e redução de impactos ambientais. A proposta integra ensino, pesquisa e extensão, com foco na formação cidadã e no engajamento da comunidade em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os voltados à saúde (ODS 3), inovação (ODS 11 e 17), consumo responsável (ODS 12) e ação climática (ODS 13). O público-alvo inclui estudantes e servidores da UFCSPA, profissionais da saúde e tecnologia, além da sociedade em geral. As ações envolvem oficinas, eventos abertos, rodas de conversa, fóruns online e cursos de curta duração, além da criação de uma plataforma digital interativa. As metodologias adotadas serão participativas e dialógicas, valorizando a escuta ativa, a troca de saberes e a contextualização local. A avaliação será contínua, com instrumentos qualitativos e quantitativos para medir o impacto das atividades.

O projeto é fortalecido pela estrutura institucional da UFCSPA, que conta com o curso de Informática Biomédica e um grupo de pesquisa em sustentabilidade na engenharia de software biomédico. Espera-se, como resultados, o aumento do conhecimento crítico sobre sustentabilidade digital, a produção de materiais educativos acessíveis, a criação de espaços permanentes de debate e a promoção de uma cultura institucional voltada à sustentabilidade tecnológica.

  • Coordenadora: Juliana Silva Herbert
  • Colaboradores: Isabel Cristina Siqueira da Silva, Muriel Figueredo Franco, Sílvio César Cazella, Renata de Matos Galante
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  • https://seeds.ufcspa.edu.br (em construção)

A educação nutricional em escolas tem se mostrado efetiva por ser realizada em grupos, tendo as próprias crianças influenciando umas às outras. A disseminação de conhecimento sobre a qualidade dos alimentos na dieta em crianças pode gerar impacto no seu ciclo educacional, nas suas relações fora da escola e na qualidade de vida, podendo contribuir para um comportamento alimentar saudável e a redução de comorbidades infantis relacionadas à nutrição. Este projeto de evento de extensão intitulado “Brincando com o alimento: educação nutricional para crianças” visa incentivar a alimentação saudável em crianças de 7 e 8 anos (alunos da 1 e 2 anos do Ensino Fundamental). Para tanto, serão orientados e treinados alunos de graduação a fim de elaborar objetos educacionais e oficinas que possibilitem a identificação da qualidade nutricional de alimentos. Posteriormente, serão aplicadas atividades lúdicas como estratégia de aprendizado ativo em sala de aula para alunos de 1 e 2ª ano do Ensino Fundamental a fim de promover discussão e conhecimento sobre a qualidade nutricional dos alimentos para crianças, escolhas alimentares saudáveis e o impacto do alimento na saúde. Este projeto visa a formação de grupo interdisciplinar de educação nutricional, a elaboração e produção de objetos educacionais sobre qualidade de alimento, assim como a implantação de oficinas de educação nutricional para crianças de 7 a 8 anos. Espera-se que através das oficinas os educandos adquiram pensamento crítico sobre seu comportamento alimentar e a qualidade dos alimentos, impactando seu cotidiano e promovendo qualidade de saúde. Também espera-se a formação de graduados melhor inseridos em um contexto em consonância com a realidade social, possibilitando ao graduado o desenvolvimento da autonomia, do senso crítico e da responsabilidade.

  • Coordenador: Adriana Fernanda Kuckartz Vizuete
  • Colaboradora: Marina Concli Leite (UFRGS)
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  • Instagram: @enparacriancas

A Estomaterapia é a área da Enfermagem tem como objetivo assistir pessoas com estomias, feridas, disfunções miccionais e evacuatórias – entre elas as incontinências, a retenção urinária e a constipação – prestando cuidados preventivos, terapêuticos e de reabilitação. A proposta extensionista tem como objetivo geral auxiliar na formação de estudantes de Enfermagem e na qualificação do cuidado por meio da inserção de evidências ao atendimento de usuários como estomas, feridas e incontinências. Serão realizadas ações como construção de materiais educativos, oficinas e cursos nas temáticas elencadas.

  • Coordenador: Ana Paula Scheffer Schell da Silva
  • Colaboradores: Rafaela Andolhe
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  • Instagram: @estomaterapia.ufcspa

 

O projeto “Educação em Saúde no MAUPoA: ações extensionistas no espaço de acolhimento do Museu de Anatomia” propõe a criação de um espaço no circuito de visitação do Museu de Anatomia da UFCSPA (MauPOA), destinado à atuação de ligas acadêmicas e projetos extensionistas voltados à promoção da saúde e divulgação científica. A iniciativa visa qualificar a experiência educativa dos visitantes, promover o diálogo entre saberes científicos e populares e estimular a cidadania em saúde. As atividades incluem oficinas temáticas, dinâmicas interativas, rodas de conversa e outros para abordar temáticas relevantes em educação em saúde como vacinação, doação de órgãos, mudanças climáticas e combater a desinformação. O projeto serve também como uma forma de divulgação da universidade e das atividades desenvolvidas no ensino superior, funcionando como um primeiro contato dos alunos de escolas públicas ao meio universitário. O público-alvo é composto por visitantes do MAUPoA, incluindo estudantes da rede pública de ensino, escolas técnicas e outros grupos. O público secundário abrange estudantes da graduação, promovendo protagonismo estudantil, prática extensionista e formação crítica, ética e cidadã. Estima -se que centenas de pessoas sejam impactadas diretamente pela iniciativa a cada semestre, visto que o museu de anatomia teve mais de 6800 visitantes agendados no ano de 2024. Para avaliação do projeto serão disponibilizados questionários de satisfação da atividade de acolhimento. O projeto prevê a coleta de dados quanto ao conhecimento geral sobre cada tópico apresentado nas atividades, assim como dados de retenção do conhecimento apresentado após a aplicação da atividade. Como resultados, se espera obter um estreitamento das relações entre o público interno e o público externo da universidade, assim como qualificar ainda mais as visitas proporcionadas pelo MAUPoA, compartilhando conhecimento em um espaço informal de troca de saberes, divulgando as atividades de ensino, extensão e pesquisa desenvolvidas pela universidade.

  • Coordenadora: Andrea Oxley da Rocha
  • Colaboradora: Ana Paula da Silva
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  • Instagram: @museudeanatomia.ufcspa

Trata-se de um projeto de extensão, que integra pesquisa, ensino e interação com a comunidade. Este projeto tem por objetivo geral apoiar pacientes cardiológicos na transição segura e qualificada do ambiente hospitalar para o domicílio, por meio de ações de cuidado em saúde mediadas por TIC, no período de 30 dias após a alta hospitalar. Vincula-se a este um projeto de pesquisa do mestrado profissional do PPGENF/UFCSPA, a curricularização da extensão na graduação por meio de atividades nas disciplinas do Curso de Enfermagem (Saúde do adulto I e II) e Informática Biomédica, bem como a uma instituição parceria da UFCSPA, o Instituto de Cardiologia – Fundação Universitária de Cardiologia do RS (IC-FUC). Envolve desenvolver e ofertar recursos educativos a partir das necessidades dos pacientes e uma aplicação web denominada CardioEnf, que apoiará a aplicação prática de protocolos de transição do cuidado para pacientes cardiovasculares após a alta hospitalar. Contará com a participação de professores e estudantes dos cursos mencionados, e com a interação com a equipe multiprofissional da instituição parceira (IC-FUC). Espera-se beneficiar o público-alvo promovendo ações de educação em saúde, melhorando a adesão ao tratamento medicamentoso e não medicamentoso, o autocuidado e prevenir a ocorrência de eventos precoces, e contribuir na formação integral do estudante, estimulando sua formação como cidadão crítico e responsável.

  • Coordenadora: Emiliane Nogueira de Souza
  • Colaboradores: José Antonio L Burman; Daniele Calegari
  • Contatos: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Instagram: @cardioenfprojeto

Embora o Brasil tenha avançado em diversos indicadores de saúde pública, muitas condições parasitárias relacionadas à falta de saneamento básico e à precariedade das condições de higiene ainda persistem, especialmente entre populações em situação de vulnerabilidade social. As enteroparasitoses permanecem altamente prevalentes não apenas entre crianças de até 10 anos, mas também em idosos institucionalizados em Instituições de Longa Permanência (ILPIs), evidenciando que o acesso ao saneamento e à educação em saúde segue como um desafio central no cenário atual. Além disso, outras condições de importância coletiva, como escabiose e pediculose, são frequentemente identificadas nesses grupos. Tais acometimentos afetam negativamente o bem-estar psicossocial, o desempenho escolar, o nível de independência funcional e a qualidade de vida, especialmente nos extremos etários da população. É fundamental, contudo, que as estratégias de prevenção e intervenção considerem as especificidades de cada público. No caso das crianças, abordagens lúdicas, interativas e didáticas são mais eficazes para promover a internalização de conceitos básicos de higiene e autocuidado — além do fato de que crianças funcionam como importantes disseminadoras de informações em seus núcleos familiares e escolares. Já entre os idosos em ILPIs, a efetividade das ações está diretamente associada à capacitação dos cuidadores e à adoção de intervenções coletivas simples, de baixo custo e alta efetividade, com foco em medidas práticas e rotineiras. As atividades serão conduzidas por acadêmicos dos cursos de Medicina e Enfermagem durante a disciplina de Parasitologia e Micologia. Esses estudantes deverão planejar e executar ações educativas dinâmicas e adaptadas às necessidades de cada público (crianças entre 6 e 12 anos e idosos), promovendo a disseminação de informações sobre prevenção de parasitoses e incentivando a adoção de práticas que evitem sua transmissão. Estima-se que, a cada ano, aproximadamente 600 pessoas sejam diretamente beneficiadas pelas ações, incluindo crianças, idosos institucionalizados, familiares, professores e cuidadores.

  • Coordenador: Adilia Maria Pereira Wiebbelling
  • Colaboradoras: Cecília Bittencourt Severo; Helena Schirmer
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Trata-se de uma proposta que tem como objetivo principal construir, em conjunto com a comunidade, espaços de convivência, diálogo e formação de vínculos voltados para a parentalidade positiva e a defesa dos direitos das crianças e adolescentes, bem como o fortalecimento da função protetiva das famílias e das redes sociais de apoio. Para obtenção dos objetivos serão utilizados os seguintes procedimentos metodológicos: realização de um diagnóstico comunitário inicial, com participação do público alvo ativamente, por meio de diálogos intersetoriais e formação de parcerias comunitárias. Estas ações serão realizadas por meio de construção de materiais educativos, oficinas colaborativas, tertúlias do saber, grupos de diálogo e convivência e atendimentos individuais/consultorias. Para além destas, serão realizadas ações de educação permanente a partir de um curso de extensão sobre parentalidade positiva para pais e famílias e um evento de extensão sobre promoção da parentalidade positiva e estratégias para o trabalho com famílias. Como resultados esperados deste projeto pode-se pensar em colaborações positivas tanto na perspectiva acadêmica quanto social, possibilitando transformações potentes na forma de aprender/ensinar e de cuidar de famílias, crianças e adolescentes. Na perspectiva acadêmica espera-se estimular o aprendizado baseado para as problemáticas sociais atuais, a vivência interprofissional e a sensibilização para a ciência ética e responsável socialmente. Na perspectiva social espera-se contribuir diretamente com o fortalecimento da função protetiva da família, mobilização e fortalecimento de redes de apoio, bem como com o compartilhamento de informação, comunicação e defesa de direitos. Ressalta-se a inserção desta proposta nos Objetivos 04 e 16 do desenvolvimento sustentável, os quais versam sobre educação inclusiva, geração de oportunidades de aprendizagem intersetoriais, promoção de sociedades justas com instituições eficazes e proteção de crianças contra todo tipo de violência, exploração, abuso e tortura. Por fim, ressalta-se a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, possibilitando avanços científicos com impacto social direto e proporcionando a aproximação da universidade pública de uma de suas maiores e atualmente mais necessárias funções: o (re)encontro com as comunidades e os sujeitos.

  • Coordenador: Aline Alves Veleda
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