Com o título "Lipoaspiração laser-assistida para lipoenxertia autóloga após cirurgia eletiva de explante mamário", o estudo foi publicado no American Journal of Surgery and Clinical Case Reports

O estudo “Lipoaspiração laser-assistida para lipoenxertia autóloga após cirurgia eletiva de explante mamário”, coordenado pelos professores Denis Souto Valente e Pedro Bins Ely, e desenvolvida pelos alunos pesquisadores Guilherme Gazzi, Alicia Tuon, Débora Nunes Bellani e Luis Sebastiany, foi publicado no American Journal of Surgery and Clinical Case Reports. O trabalho buscou comparar a sensação dolorosa nos pacientes que fizeram lipoenxertia mamária de explante de silicone através da lipoaspiração tradicional e da lipoaspiração laser-assistida.

A pesquisa analisou formas de diminuir a dor de pacientes, que após algum tempo, desejam retirar os implantes mamários de silicone através da cirurgia de explante mamário. Porém, como se trata de um procedimento que deixa um aspecto de mamas caídas e murchas, fazendo com que as pacientes necessitem novas cirurgias para reconstrução da forma mamária, algumas alternativas como a transferência de gordura de outras regiões do corpo (abdômen, cintura, coxas) para as mamas é adotada.

No presente estudo, foi realizada a comparação do grau de dor dos pacientes que fizeram lipoaspiração tradicional com os pacientes que fizeram lipoaspiração laser-assistida para a transferência de gordura para as mamas. Conforme os resultados obtidos através da pesquisa, foi possível observar que o uso do laser diminuiu a dor e o consumo de analgésicos logo após essa cirurgia. Desta forma, a pesquisa demonstra que a reconstrução mamária pode ser realizada de uma maneira mais confortável.

A íntegra do estudo pode ser acessada por este link.