Este projeto de extensão propõe fomentar a reflexão crítica e a adoção de práticas responsáveis e sustentáveis no uso e desenvolvimento de tecnologias digitais em saúde. Considerando os desafios ambientais e sociais associados ao avanço dessas tecnologias, a iniciativa busca promover a conscientização sobre temas como eficiência de software, inclusão digital, acessibilidade, ética digital e redução de impactos ambientais. A proposta integra ensino, pesquisa e extensão, com foco na formação cidadã e no engajamento da comunidade em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os voltados à saúde (ODS 3), inovação (ODS 11 e 17), consumo responsável (ODS 12) e ação climática (ODS 13). O público-alvo inclui estudantes e servidores da UFCSPA, profissionais da saúde e tecnologia, além da sociedade em geral. As ações envolvem oficinas, eventos abertos, rodas de conversa, fóruns online e cursos de curta duração, além da criação de uma plataforma digital interativa. As metodologias adotadas serão participativas e dialógicas, valorizando a escuta ativa, a troca de saberes e a contextualização local. A avaliação será contínua, com instrumentos qualitativos e quantitativos para medir o impacto das atividades.

O projeto é fortalecido pela estrutura institucional da UFCSPA, que conta com o curso de Informática Biomédica e um grupo de pesquisa em sustentabilidade na engenharia de software biomédico. Espera-se, como resultados, o aumento do conhecimento crítico sobre sustentabilidade digital, a produção de materiais educativos acessíveis, a criação de espaços permanentes de debate e a promoção de uma cultura institucional voltada à sustentabilidade tecnológica.

  • Coordenadora: Juliana Silva Herbert
  • Colaboradores: Isabel Cristina Siqueira da Silva, Muriel Figueredo Franco, Sílvio César Cazella, Renata de Matos Galante
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  • https://seeds.ufcspa.edu.br (em construção)

A educação nutricional em escolas tem se mostrado efetiva por ser realizada em grupos, tendo as próprias crianças influenciando umas às outras. A disseminação de conhecimento sobre a qualidade dos alimentos na dieta em crianças pode gerar impacto no seu ciclo educacional, nas suas relações fora da escola e na qualidade de vida, podendo contribuir para um comportamento alimentar saudável e a redução de comorbidades infantis relacionadas à nutrição. Este projeto de evento de extensão intitulado “Brincando com o alimento: educação nutricional para crianças” visa incentivar a alimentação saudável em crianças de 7 e 8 anos (alunos da 1 e 2 anos do Ensino Fundamental). Para tanto, serão orientados e treinados alunos de graduação a fim de elaborar objetos educacionais e oficinas que possibilitem a identificação da qualidade nutricional de alimentos. Posteriormente, serão aplicadas atividades lúdicas como estratégia de aprendizado ativo em sala de aula para alunos de 1 e 2ª ano do Ensino Fundamental a fim de promover discussão e conhecimento sobre a qualidade nutricional dos alimentos para crianças, escolhas alimentares saudáveis e o impacto do alimento na saúde. Este projeto visa a formação de grupo interdisciplinar de educação nutricional, a elaboração e produção de objetos educacionais sobre qualidade de alimento, assim como a implantação de oficinas de educação nutricional para crianças de 7 a 8 anos. Espera-se que através das oficinas os educandos adquiram pensamento crítico sobre seu comportamento alimentar e a qualidade dos alimentos, impactando seu cotidiano e promovendo qualidade de saúde. Também espera-se a formação de graduados melhor inseridos em um contexto em consonância com a realidade social, possibilitando ao graduado o desenvolvimento da autonomia, do senso crítico e da responsabilidade.

  • Coordenador: Adriana Fernanda Kuckartz Vizuete
  • Colaboradora: Marina Concli Leite (UFRGS)
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  • Instagram: @enparacriancas

A Estomaterapia é a área da Enfermagem tem como objetivo assistir pessoas com estomias, feridas, disfunções miccionais e evacuatórias – entre elas as incontinências, a retenção urinária e a constipação – prestando cuidados preventivos, terapêuticos e de reabilitação. A proposta extensionista tem como objetivo geral auxiliar na formação de estudantes de Enfermagem e na qualificação do cuidado por meio da inserção de evidências ao atendimento de usuários como estomas, feridas e incontinências. Serão realizadas ações como construção de materiais educativos, oficinas e cursos nas temáticas elencadas.

  • Coordenador: Ana Paula Scheffer Schell da Silva
  • Colaboradores: Rafaela Andolhe
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  • Instagram: @estomaterapia.ufcspa

 

O projeto “Educação em Saúde no MAUPoA: ações extensionistas no espaço de acolhimento do Museu de Anatomia” propõe a criação de um espaço no circuito de visitação do Museu de Anatomia da UFCSPA (MauPOA), destinado à atuação de ligas acadêmicas e projetos extensionistas voltados à promoção da saúde e divulgação científica. A iniciativa visa qualificar a experiência educativa dos visitantes, promover o diálogo entre saberes científicos e populares e estimular a cidadania em saúde. As atividades incluem oficinas temáticas, dinâmicas interativas, rodas de conversa e outros para abordar temáticas relevantes em educação em saúde como vacinação, doação de órgãos, mudanças climáticas e combater a desinformação. O projeto serve também como uma forma de divulgação da universidade e das atividades desenvolvidas no ensino superior, funcionando como um primeiro contato dos alunos de escolas públicas ao meio universitário. O público-alvo é composto por visitantes do MAUPoA, incluindo estudantes da rede pública de ensino, escolas técnicas e outros grupos. O público secundário abrange estudantes da graduação, promovendo protagonismo estudantil, prática extensionista e formação crítica, ética e cidadã. Estima -se que centenas de pessoas sejam impactadas diretamente pela iniciativa a cada semestre, visto que o museu de anatomia teve mais de 6800 visitantes agendados no ano de 2024. Para avaliação do projeto serão disponibilizados questionários de satisfação da atividade de acolhimento. O projeto prevê a coleta de dados quanto ao conhecimento geral sobre cada tópico apresentado nas atividades, assim como dados de retenção do conhecimento apresentado após a aplicação da atividade. Como resultados, se espera obter um estreitamento das relações entre o público interno e o público externo da universidade, assim como qualificar ainda mais as visitas proporcionadas pelo MAUPoA, compartilhando conhecimento em um espaço informal de troca de saberes, divulgando as atividades de ensino, extensão e pesquisa desenvolvidas pela universidade.

  • Coordenadora: Andrea Oxley da Rocha
  • Colaboradora: Ana Paula da Silva
  • Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.; Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Instagram: @museudeanatomia.ufcspa

Trata-se de um projeto de extensão, que integra pesquisa, ensino e interação com a comunidade. Este projeto tem por objetivo geral apoiar pacientes cardiológicos na transição segura e qualificada do ambiente hospitalar para o domicílio, por meio de ações de cuidado em saúde mediadas por TIC, no período de 30 dias após a alta hospitalar. Vincula-se a este um projeto de pesquisa do mestrado profissional do PPGENF/UFCSPA, a curricularização da extensão na graduação por meio de atividades nas disciplinas do Curso de Enfermagem (Saúde do adulto I e II) e Informática Biomédica, bem como a uma instituição parceria da UFCSPA, o Instituto de Cardiologia – Fundação Universitária de Cardiologia do RS (IC-FUC). Envolve desenvolver e ofertar recursos educativos a partir das necessidades dos pacientes e uma aplicação web denominada CardioEnf, que apoiará a aplicação prática de protocolos de transição do cuidado para pacientes cardiovasculares após a alta hospitalar. Contará com a participação de professores e estudantes dos cursos mencionados, e com a interação com a equipe multiprofissional da instituição parceira (IC-FUC). Espera-se beneficiar o público-alvo promovendo ações de educação em saúde, melhorando a adesão ao tratamento medicamentoso e não medicamentoso, o autocuidado e prevenir a ocorrência de eventos precoces, e contribuir na formação integral do estudante, estimulando sua formação como cidadão crítico e responsável.

  • Coordenadora: Emiliane Nogueira de Souza
  • Colaboradores: José Antonio L Burman; Daniele Calegari
  • Contatos: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Instagram: @cardioenfprojeto

Embora o Brasil tenha avançado em diversos indicadores de saúde pública, muitas condições parasitárias relacionadas à falta de saneamento básico e à precariedade das condições de higiene ainda persistem, especialmente entre populações em situação de vulnerabilidade social. As enteroparasitoses permanecem altamente prevalentes não apenas entre crianças de até 10 anos, mas também em idosos institucionalizados em Instituições de Longa Permanência (ILPIs), evidenciando que o acesso ao saneamento e à educação em saúde segue como um desafio central no cenário atual. Além disso, outras condições de importância coletiva, como escabiose e pediculose, são frequentemente identificadas nesses grupos. Tais acometimentos afetam negativamente o bem-estar psicossocial, o desempenho escolar, o nível de independência funcional e a qualidade de vida, especialmente nos extremos etários da população. É fundamental, contudo, que as estratégias de prevenção e intervenção considerem as especificidades de cada público. No caso das crianças, abordagens lúdicas, interativas e didáticas são mais eficazes para promover a internalização de conceitos básicos de higiene e autocuidado — além do fato de que crianças funcionam como importantes disseminadoras de informações em seus núcleos familiares e escolares. Já entre os idosos em ILPIs, a efetividade das ações está diretamente associada à capacitação dos cuidadores e à adoção de intervenções coletivas simples, de baixo custo e alta efetividade, com foco em medidas práticas e rotineiras. As atividades serão conduzidas por acadêmicos dos cursos de Medicina e Enfermagem durante a disciplina de Parasitologia e Micologia. Esses estudantes deverão planejar e executar ações educativas dinâmicas e adaptadas às necessidades de cada público (crianças entre 6 e 12 anos e idosos), promovendo a disseminação de informações sobre prevenção de parasitoses e incentivando a adoção de práticas que evitem sua transmissão. Estima-se que, a cada ano, aproximadamente 600 pessoas sejam diretamente beneficiadas pelas ações, incluindo crianças, idosos institucionalizados, familiares, professores e cuidadores.

  • Coordenador: Adilia Maria Pereira Wiebbelling
  • Colaboradoras: Cecília Bittencourt Severo; Helena Schirmer
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Trata-se de uma proposta que tem como objetivo principal construir, em conjunto com a comunidade, espaços de convivência, diálogo e formação de vínculos voltados para a parentalidade positiva e a defesa dos direitos das crianças e adolescentes, bem como o fortalecimento da função protetiva das famílias e das redes sociais de apoio. Para obtenção dos objetivos serão utilizados os seguintes procedimentos metodológicos: realização de um diagnóstico comunitário inicial, com participação do público alvo ativamente, por meio de diálogos intersetoriais e formação de parcerias comunitárias. Estas ações serão realizadas por meio de construção de materiais educativos, oficinas colaborativas, tertúlias do saber, grupos de diálogo e convivência e atendimentos individuais/consultorias. Para além destas, serão realizadas ações de educação permanente a partir de um curso de extensão sobre parentalidade positiva para pais e famílias e um evento de extensão sobre promoção da parentalidade positiva e estratégias para o trabalho com famílias. Como resultados esperados deste projeto pode-se pensar em colaborações positivas tanto na perspectiva acadêmica quanto social, possibilitando transformações potentes na forma de aprender/ensinar e de cuidar de famílias, crianças e adolescentes. Na perspectiva acadêmica espera-se estimular o aprendizado baseado para as problemáticas sociais atuais, a vivência interprofissional e a sensibilização para a ciência ética e responsável socialmente. Na perspectiva social espera-se contribuir diretamente com o fortalecimento da função protetiva da família, mobilização e fortalecimento de redes de apoio, bem como com o compartilhamento de informação, comunicação e defesa de direitos. Ressalta-se a inserção desta proposta nos Objetivos 04 e 16 do desenvolvimento sustentável, os quais versam sobre educação inclusiva, geração de oportunidades de aprendizagem intersetoriais, promoção de sociedades justas com instituições eficazes e proteção de crianças contra todo tipo de violência, exploração, abuso e tortura. Por fim, ressalta-se a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, possibilitando avanços científicos com impacto social direto e proporcionando a aproximação da universidade pública de uma de suas maiores e atualmente mais necessárias funções: o (re)encontro com as comunidades e os sujeitos.

  • Coordenador: Aline Alves Veleda
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Esse projeto envolve ações que promovam a saúde mental de adolescentes e jovens. No Brasil, os sintomas relacionados à depressão e ansiedade estão sendo identificados de forma intensa entre os adolescentes, levando-os a comportamentos como o da autolesão provocada, isolamento social, bullying, entre outros. Portanto, faz-se necessário proporcionar espaços de reflexão sobre temas relacionados à promoção da saúde mental dos adolescentes, como expressar sentimentos e como lidar com eles, inclusão e diversidade, além disso, promover atividades que envolvam planejamento em curto e médio prazos sobre seus objetivos futuros como estudantes, profissionais e de vida. Esse projeto se propõe a realizar predominantemente ações psicoeducacionais no contexto escolar com alunos do Ensino Médio em escolas públicas. Essas ações estão organizadas em: 1) oferta de um curso estruturado em três módulos (saúde mental, diversidade e inclusão e foco nos estudos para o planejamento de carreira); 2) Elaboração de materiais instrucionais em formato virtual e/ou impresso a ser disponibilizado para consulta e estudo; 3) Redes socais (Instagram @descomplica_adolescencia) para divulgar as ações do projeto e materiais pertinentes; 4) Oficina no UFCSPA Acolhe para estudantes do ensino médio sobre sua saúde mental, entre outras ações demandas pela comunidade interna e externa.

  • Coordenadora: Clarissa De Antoni
  • Colaboradores: Ariane Gusmão Chini
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  • Instagram: descomplica_adolescencia

As fissuras labiopalatinas (FLP) são malformações que acometem o lábio, o palato ou ambos, devido à falta de fusão das estruturas na fase intrauterina da vida. Devido ao comprometimento das estruturas faciais e das cirurgias que são necessárias para a reconstrução da face das crianças com FLP, ações de atenção multi e interdisciplinares são necessárias. Este projeto acontece nos ambulatórios de especialidades do Hospital da Criança Santo Antônio - HCSA e propõe o acolhimento; atenção as necessidades específicas de cada criança/adolescente e suas famílias, englobando exames auditivos complementares e anuais, assim como, o encaminhamento para atendimentos de outras áreas por via de interconsultas ou, quando não for possível, por solicitação ao posto de posto de saúde. Há, também, a solicitação de avaliação ou pareceres pedagógicos escolares para o suporte necessário em atendimento específico, assim como, da orientação aos pais e familiares, e às escolas. Essa proposta propõe uma integração entre acadêmicos, pois agrega diferentes níveis de saberes da comunidade acadêmica, a saber, alunos da pós-graduação em Ciências da Reabilitação (fonoaudiólogos) e do curso de Fonoaudiologia.

  • Coordenação: Professora Dra. Maria Cristina Cardoso
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A obesidade e o diabetes mellitus tipo 2 são doenças crônicas que afetam, respectivamente, cerca de 20% e 9% da população adulta mundial. As causas do excesso de peso são multifatoriais, envolvendo aspectos genéticos, fisiológicos, culturais, ambientais, socioeconômicos e políticos. Por isso, estratégias de enfrentamento eficazes exigem ações intersetoriais que vão além das escolhas alimentares individuais. Abordagens nutricionais centradas exclusivamente em aspectos biológicos, como dietas restritivas, não promovem mudanças sustentáveis no comportamento alimentar e estão frequentemente associadas ao reganho de peso. Nesse contexto, torna-se essencial o acompanhamento contínuo com foco na educação nutricional. Reconhecendo a importância do nutricionista na equipe multiprofissional de endocrinologia, foi estabelecida uma parceria entre a UFCSPA e o Ambulatório de Endocrinologia da ISCMPA. Dessa colaboração surgiu a proposta de desenvolver ações individuais e em grupo para a promoção da saúde de pacientes com doenças endócrino-metabólicas, especialmente obesidade e diabetes. As atividades serão conduzidas por estudantes da graduação em Nutrição e da pós-graduação em Ciências da Nutrição da UFCSPA, abordando temas relacionados à educação e ao cuidado nutricional. O projeto tem como objetivo ampliar o conhecimento da comunidade acadêmica da UFCSPA e contribuir para a melhoria da saúde de pacientes com doenças endócrino-metabólicas, promovendo uma interação construtiva entre universidade e sociedade.

  • Nome do projeto: Promoção, educação e cuidado nutricional em pacientes com obesidade e diabetes
  • Coordenador: Fernanda Michielin Busnello
  • Colaboradores: Carolina Garcia Soares Leães Rech e  Francine Silva dos Santos
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