
André Contri, vocalista e guitarrista da banda Rotten Garden, foi o primeiro convidado da série de lives que foi ao ar nesta segunda-feira (26). O projeto Olhares Múltiplos visa a destacar artistas dentro da comunidade acadêmica e suas produções. Durante a entrevista, idealizada e conduzida pelo educador e aluno da UFCSPA Leonardo Rocha de Almeida, Contri falou sobre a trajetória dentro e fora dos palcos.
Filho de baterista, André nutre uma paixão de infância pela música e, incentivado pelo pai, que lhe deu seu primeiro violão, tornou-se um instrumentista autodidata. Em 2010, Contri começou a se dedicar à composição e, mais tarde, iniciou sua jornada em bandas de rock, alternando entre violão, guitarra, contrabaixo e vocais. Daí surgiu o desejo de formar a sua própria banda autoral.
A Rotten Garden, uma banda de estilo post-grunge fortemente influenciada pelas gigantes “Pearl Jam” e “Alice in Chains”, surge com este propósito: carregar em melodias pesadas, letras sensíveis que abordam temas como saúde mental. O projeto deu tão certo, que em 2018 a banda gaúcha venceu um concurso por voto popular para se apresentar no Show Livre Day, em São Paulo. O show rendeu a gravação do EP ao vivo que leva o nome da banda e contém cinco de seus maiores sucessos.
Durante a pandemia, ainda que com todas as restrições, a Rotten Garden lançou o single “Burn”, que chegou a ser utilizado no programa MMA Experience, exibido pela Band TV. Segundo André, essa foi a canção de maior dificuldade para compor e, mesmo que tenha sido lançada nas plataformas digitais e tocada em lives, ainda falta a estreia ao vivo. “Sinto muita saudade da correria de poder tocar todos os dias em lugares diferentes”, lembra Contri.
As músicas da banda Rotten Garden estão disponíveis nas principais plataformas de streaming. O Olhares Múltiplos integra o projeto Conexão Cultura UFCSPA promovido pelo Núcleo Cultural da universidade. Essa e as próximas lives poderão ser conferidas no canal do Núcleo Cultural no YouTube.





