- Ministério da Saúde
- saude.gov.br
- Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
- National Cancer Institute (NCI)
Coordenadoras
- Cristina Beatriz Cazabuena Bonorino (coordenadora)
- Jenifer Saffi (vice-coordenadora)
Comitê gestor
- Ana Paula Souza
- Andréia Rosane de Moura Valim
- Cristina Beatriz Cazabuena Bonorino
- Dinara Jaqueline Moura
- Elizandra Braganhol
- Jenifer Saffi
- Lia Possuelo
Pesquisadores
UFCSPA
- Airton Stein
- Ana B. Gorini da Veiga
- Dinara J. Moura
- Elizandra Braganhol
- Helena M.T. Barros
- Josias Merib
- Lucia Pellanda
- Luiz Rodrigues Junior
- Paulo Zen
- Pedro Romão
- Renata Padilha Guedes
- Tanira Alessandra Aguirre
- Tiago Oliveira
ISCMPA/UFCSPA
- Angelo Mattos
- Antonio N. Kalil
UFRGS/HCPA
- Marco Antonio Stefani
UFRGS
- Helder F. Teixeira
UFPel
- Frederico Schmitt Kremer
PUCRS
- Ana Paula Souza
UNISC
- Andréia Rosane de Moura Valim
- Lia Possuelo
- Chana Medeiros da Silva
UNISC – Hospital Santa Cruz
- Marcelo Carneiro
UFSC
- Alfeu Zanotto Filho
UFRJ
- Leda dos Reis Castilho
- André Macedo Vale
Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais – CNPEM
- Rafael Elias M. P. Silva
USP
- Ana P. Lepique
- Niels O. S. Câmara
Colaboradores Internacionais
- Jean Sévigny, PhD: Université Laval – Canadá
- Gary Kohanbash e Teresa Whiteside, PhD - University of Pittsburgh – USA
- Tiago Borges, PhD - Massachusetts General Hospital – USA
- Enfu Hui, PhD - University of California San Diego (UCSD) – USA
- Peter Palese, PhD - Icahn School of Medicine at Mount Sinai – USA
- Jose D. Debes, PhD - University of Minnesota - USA; Erasmus Medical Center, Holanda
- Nils Ludwig, PhD - University of Regensburg – Alemanha
- Michael Nugent, PhD - Technological University of the Shannon: Midlands Midwest (TUS) - Irlanda
- Jean Sébastien Hoffmann, PhD - Institut Universitaire du Cancer Toulouse Oncopole: Toulouse – França
Apoio técnico-administrativo UFCSPA
- Isabel C. de Moura Winter
- Magda Rosane Schardosim
- Keli Cristine Reiter
A proposta está estruturada em Subprojetos Científicos alicerçada em 2 eixos principais: i) produção e caracterização de anticorpos monoclonais; e ii) desenvolvimento de ADCs (anticorpos conjugados a pequenas moléculas).
SUBPROJETO 1 – Produção e Caracterização de Anticorpos Monoclonais Terapêuticos para o tratamento de doenças oncológicas e virais
Este subprojeto visa lançar as bases para desenvolver tecnologia de última geração, utilizando técnicas de biotecnologia imunológica e molecular para isolar anticorpos já existentes em células do sangue humano (plasmoblastos).
SUBPROJETO 2 - Desenvolvimento de ADCs (anticorpos conjugados a pequenas moléculas)
A partir do desenvolvimento de uma linha piloto de produção de monoclonais, esse projeto tem como objetivo formar recursos humanos e implementar a produção de ADCs para imunoterapia do câncer no estado do RS.
Missão
Estabelecer estrutura para o desenvolvimento de produtos biotecnológicos para imunoterapia em câncer e infecções virais.
Objetivos
Neste estudo coordenado pela UFCSPA em rede com centros de excelência do RS, do Brasil e do exterior composta por pesquisadores especializados em imunoterapia, genômica, nanotecnologia, biologia estrutural, biologia molecular, o objetivo geral é desenvolver drogas imunoterápicas – anticorpos monoclonais; ADCs (anticorpos conjugados a pequenas moléculas) e pequenas moléculas – criando uma base P&D que impulsione o desenvolvimento de empresas gaúchas competitivas nesse segmento.
A importância da pesquisa
Este projeto de pesquisa visa incluir o estado do RS nesta virada de jogo mundial da terapia imunológica. Desenvolveremos anticorpos monoclonais e ADCs (anticorpos conjugados a pequenas moléculas) para imunoterapia oncológica e de doenças virais, em estágio pré-clínico, com prova de conceito robusta. Em uma parceria entre diferentes instituições, incluindo universidades e hospitais renomados, criaremos uma estrutura de P&D especializada em fornecer alternativas nacionais de produtos para imunoterapia, que sejam competitivas para seguir o fluxo regulatório, até alcançar o mercado.
A proposta apresentada lança as bases para desenvolver tecnologia de última geração utilizando técnicas de biotecnologia imunológica e molecular para isolar anticorpos já existentes em células do sangue humano (plasmoblastos) que reconheçam os alvos desejados, bem como estratégias de aprimorar esse reconhecimento e ação utilizando técnicas in silico de biologia estrutural, testando os resultados de eficácia e de segurança em modelos pré-clínicos.
Essa estratégia é hoje utilizada no desenvolvimento de imunoterapias já em testes clínicos para HIV (Caskey, Klein, and Nussenzweig 2016), Ebola vírus (Corti et al. 2016) e câncer, evitando o tempo necessário para humanizar anticorpos monoclonais desenvolvidos em roedores e o uso de animais. A mesma tecnologia foi empregada no desenvolvimento dos anticorpos monoclonais usados hoje no tratamento da COVID-19. O projeto criará uma base de informação biológica caracterizando os tumores da população do RS, constituindo assim uma base de descoberta para novos alvos e moléculas.
Nesse caminho, planejamos a formação e capacitação de recursos humanos não apenas para a academia, mas contemplando também o mercado de trabalho para o setor produtivo, que carece de profissionais com experiência técnica, gestora e jurídica na área de desenvolvimento de novas drogas.





