
Quando pequenos, somos “obrigados” a ir a escola. Muitos não gostam, afinal, nem todas as escolas são lugares acolhedores, onde nos sentimos bem e somos ensinados e incentivados a ter curiosidade a respeito do mundo, como deveriam ser as escolas... ainda assim, escolas são lugares essenciais para que consigamos nos construir como indivíduos empoderados e livres. Por isso, mulheres foram e ainda são, em muitos lugares, proibidas de estudar. Estudar é tão libertador que homens (adultos!) tentaram matar uma menina (criança!) porque ela queria que meninas pudessem estudar. Após sobreviver ao atentado e continuar lutando para que meninas possam estudar, Malala se tornou o símbolo mundial de uma luta. Há três versões da biografia de Malala, uma para crianças, uma edição juvenil, e a que foi lançada primeiro, Eu sou Malala. E, em tempos de isolamento social, quando há milhares de escolas fechadas temporariamente ao redor do mundo, espero que a luta de Malala faça cada vez mais sentido!
Ana Carolina da Costa e Fonseca é professora de Filosofia na UFCSPA, sente-se uma pessoa de sorte por ter tido professoras e professores inesquecíveis durante sua formação escolar e universitária e se esforça para ser uma boa professora.





