O acesso a objetos físicos, táteis e tangíveis pode promover a aprendizagem entre as crianças proporcionando uma experiência mais imersiva e real; da vida, permitindo a interação com elementos complexos. A criança recebe feedbacks hápticos, corretamente, mas depende da mediação de educadores para estabelecer a conexão entre o que está sentindo e seus conceitos subjacentes. Pode-se instigar a curiosidade sobre a Ciência “oculta” no artefato ao invés de aceitar simplesmente a descrição de suas texturas e nuances topográficas. A partir dos interesses da criança e da realidade pedagógica, na qual se insere, a meta é a impressão 3D, em uníssono com a Escola Infantil, de objetos que facilitem o entendimento do Mundo Orgânico. É inconcebível excluir a criança dos processos criativos do presente projeto. Pelo contrário, o protagonismo infantil se dará no palco da Fabricação Digital tendo como mediador sensível o educador e como assessor técnico e amplificador da voz da criança o bolsista da Extensão Universitária. O local das ações será a escola “Pequenos Pesquisadores”- EEI - Escola de Educação Infantil”. As reuniões/encontros/iniciativas serão capitaneadas pelos integrantes da
Extensão, com o objetivo de contribuir para a qualidade da prática pedagógica na educação pública da Primeira Infância. O planejamento e a realização das ações sobre o surgimento das tecnologias de Manufatura 4.0/impressão 3D e suas implicações para a Educação Infantil serão realizadas mensalmente (educadores) e quinzenalmente (coordenação). A impressão 3D dos objetos pedagógicos que maximizam a eficiência do Ensinar/Aprender sobre o Mundo Orgânico/Natureza acontecerá nas dependências do Centro de Inovação UFCSPA-Santa Casa recorrendo-se a máquinas CNC. O acervo criado será submetido a upload em repositório para download gratuito em qualquer parte do globo. Como resultados esperados, ambiciona-se a democratização da Fabricação Digital entre educadores e a maximização do entendimento do Mundo Orgânico por estímulos hápticos.
- Coordenador: Gisele Orlandi Introíni
- Colaboradores: Ana Carolina Ribeiro-Teixeira, Jonas Szutkoski, Marla Godoi e Simone Schneider Amaral / Colaboradores da Escola de Educação Infantil “Pequenos Pesquisadores”: Everton Farias e corpo docente da escola
- Contatos:
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- www.instagram.com/lipecinufcspa
Nome do projeto: Kids Coping: Estratégias de Enfrentamento utilizadas por crianças e familiares em tratamento oncológico
Coordenador: Ana Cristina Wesner viana
Colaboradores: Adriana Aparecida Paz, Alessandra Brunoro Motta Loss, Mônica Gottardi, Roberta Medeiros, Roslaine Ifran Amaral, Simone Travi Canabarro
Resumo: As estratégias de enfrentamento são compreendidas como um conjunto de esforços autorregulatórios que ajusta as respostas do indivíduo para lidar com uma situação estressora. A maneira pela qual se enfrenta eventos estressores tem efeitos imediatos e/ou duradouros que podem oferecer riscos à saúde mental. O impacto do diagnóstico de câncer na infância é muito complexo tanto para o paciente quanto para seus familiares. Ao conhecer as estratégias utilizadas por crianças e familiares durante o tratamento oncológico torna-se possível desenvolver intervenções psicossociais para auxiliar no processo de tratamento e na promoção da saúde e do bem-estar. O projeto tem como objetivo instrumentalizar o(s)/ a(s) acadêmico (s)/a(s) para o trabalho com crianças, adolescentes, responsáveis e demais profissionais do Instituto do Câncer Infantil, realizando intervenções psicossociais visando estimular estratégias de enfrentamento adaptativas durante o tratamento oncológico para promover uma assistência integral centrada nas necessidades e expectativas dos usuários de modo a construir uma intervenção terapêutica singular e coletiva. O projeto pretende contemplar aspectos assistenciais, de ensino e de pesquisa dentro de uma abordagem interprofissional e interdisciplinar. Por desenvolver-se em um serviço especializado, esta atividade também visa contribuir com o desenvolvimento e formação de recursos humanos em saúde mental infantil e adulto. As atividades a serem desenvolvidas proporcionarão a vivência do trabalho de educação em saúde a partir de intervenções psicossociais considerando que outras abordagens podem trazer contribuições para as existentes, centrada na singularidade individual e coletiva, estimulando o desenvolvimento da autonomia e cogestão deste no seu processo terapêutico.
Contatos:
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Instagram: kidscopingg
Feira de Saúde é um projeto de extensão criado em 2002, através dele são desenvolvidas ações extensionistas junto à comunidade do Distrito Docente Assistencial (DDA) do eixo Norte-Baltazar. Este projeto possibilita que alunos e professores envolvidos em ações de promoção de saúde junto à comunidade, desenvolvam habilidades humanas e vivências técnicas intensificando a relação entre ensino, pesquisa e extensão. A Feira propõe ações educativas, organizadas em bancas, de promoção à saúde levando conhecimento à comunidade. Cada evento apresenta um conjunto de ações que atende às demandas e o perfil do grupo que está recebendo a Feira em sua escola e/ou comunidade. O Projeto Feira de Saúde busca fortalecer a responsabilidade social da universidade e estreitar os laços com a comunidade da qual fazemos parte.
- Coordenador: Fernanda Lopes de Souza e Melissa Medeiros Markoski
- Contatos:
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- Instagram - @feira_de_saude_ufcspa
- Youtube - https://youtube.com/channel/UCtpXQ8gncB2Pw06AIAG8Orw
Chamadas
Feira de Saúde - Instituto Providência (5 de novembro de 2025)
Feira de Saúde - Escola América (19 de junho de 2026)
De forma geral, o psicodiagnóstico não compõe o rol de atividades de assistência especializada junto à saúde pública. Profissionais da área da saúde e educação têm se deparado de forma crescente com quadros de queixas cognitivas e comportamentais em crianças e adultos. No entanto, há uma escassez de profissionais capacitados e com disponibilidade no sistema público de saúde para o acolhimento dessas demandas. O objetivo deste projeto é avaliar crianças e adultos do serviço de psicologia do HCPA, a fim de identificar prejuízos e potencialidades cognitivas e comportamentais, bem como orientar a eles ou seus responsáveis e equipes multidisciplinares implicadas em seu tratamento sobre suas potencialidades e sobre o manejo das dificuldades. A população a ser atendida pelas atividades deste projeto consiste em adultos e crianças com queixas cognitivas e comportamentais atendidos pelo serviço de psicologia do HCPA, mediante solicitação de consultoria dos ambulatórios de especialidades, ou seja, somente serão contemplados pacientes já em acompanhamento no HCPA. Também serão desenvolvidos materiais informativos acerca das demandas de encaminhamento, dos diagnósticos e as possibilidades de intervenção, os quais serão destinados para as equipes de saúde ou/e comunidade externa (pacientes e suas famílias).
- Coordenador: Joana Corrêa de Magalhães Narvaez
- Colaboradora: Gabriela Peretti Wagner
- Contatos: psicodiagnostico@
ufcspa.edu.br
O projeto “Disfagia orofaríngea: eu sei o que é e posso ajudar!” surgiu do interesse de alunos e professores em propor ações em conjunto com a comunidade interna e externa da Universidade, envolvendo este tema relevante por ser atual, amplo e de impacto na população que enfrenta dificuldades na alimentação. Direciona-se a um conhecimento social com necessidade da população em geral em entender a problemática deste sintoma, que pode atingir até 90% de pessoas com comprometimento neurológico. Várias doenças têm a disfagia como seu primeiro sintoma, a qual pode trazer consequências nutricionais, pneumológicas e agravar a doença de base. Objetivando garantir o acesso ao apoio e promoção do conhecimento a respeito da disfagia orofaríngea, de suas características, aspectos clínicos e repercussões na vida das pessoas, propomos esta ação como forma de atingir a população em geral, sendo principalmente aos usuários e aos familiares de usuários do sistema de saúde com este sintoma, à equipe assistencial e aos acadêmicos das áreas da saúde, aproximando a academia da realidade da comunidade e formando multiplicadores. O projeto está se encaminhando para o seu sétimo ano, projetando agregar conhecimentos interdisciplinares e abrangentes na área de disfagia orofaríngea, a qual expande se a cada ano. Também entendemos que práticas continuadas em extensão possuem potencial para atualização e interação constante, agregando conhecimento, aproximando as fronteiras da ciência com a vivência clínica e social e oportunizando trocas com a sociedade. Assim, vislumbra-se a retomada de ações presenciais somente quando as condições sanitárias e epidemiológicas estiverem favoráveis, além da manutenção das propostas e ações virtuais, as quais ampliaram os horizontes deste projeto nos últimos dois anos, facilitando o acesso e a interação de muitas pessoas nas atividades propostas. As ações presenciais e virtuais serão construídas e planejadas após a escuta ativa com a comunidade, que definirá as atividades prioritárias e temas abordados dentro da temática “disfagia”.
- Coordenador: Sheila Tamanini de Almeida
- Colaboradores: Chenia Caldeira Martinez e Rafaela Rech
- Contatos:
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- Instagram: @neddof
- Facebook: Neddof - Núcleo de estudos em deglutição e disfagia orofaríngea
O projeto “EmerCast: descomplicando a emergência” pretende propagar à comunidade externa leiga, por meio da extensão universitária, conteúdo científico com linguagem dinâmica e acessível. O projeto tem por objetivo produzir um PodCast capaz de levar aos ouvintes noções essenciais para saber como agir em situações de emergência, bem como permitir que o público-alvo conheça melhor o funcionamento do seu organismo e saiba prevenir o desenvolvimento de condições patológicas. Para tanto, serão elaborados conteúdos em áudio (Podcasts), disponibilizados mensalmente nas plataformas de streaming Spotify, Google Podcasts, Amazon Music e RadioPublic, que tratarão de assuntos relacionados a situações de urgência e emergência. Atualmente, o projeto já alcançou mais de 1300 reproduções e conta com 18 episódios, abordando temas como mordeduras e picadas, fraturas na ortopedia e traumatologia, emergências pediátricas no inverno, intoxicação por drogas de abuso, prevenção de acidentes na infância, infarto, dentre outros. Uma vez que a elaboração dos conteúdos conta com pesquisa e capacitação interna e envolve discussões com profissionais especialistas na área temática do episódio, o projeto democratiza o acesso a conteúdos em saúde de grande qualidade.
Coordenadora: Karin Viegas
Colaboradora: Ana Amélia Antunes Lima
Contatos:
- Instagram: @emercast
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Uma sociedade justa e igualitária em que as pessoas se respeitam e se aceitam mutuamente parece ser um conceito almejado pela maioria. Para atingirmos esses objetivos, é necessário que as pessoas possam acessar as informações, permitindo que construam seus pontos de vista e, assim, serem capazes de interagir e expressar seus pontos de vista livremente, exercendo sua cidadania. No entanto, como garantir o exercício amplo da cidadania quando nossa sociedade é cada vez mais tecnocientífica e as informações falsas são facilmente acessadas e difundidas? Diversos autores argumentam que a participação da comunidade científica nas diferentes mídias, tem se mostrado altamente pertinente e efetiva para o esclarecimento da população e para mitigar os efeitos das fake news científicas. Essas ações são essenciais para formar cidadãos mais autônomos e compromissados com os fatos, e menos suscetíveis às emoções e crenças que sejam potencialmente prejudiciais. Durante a pandemia relacionada ao vírus SARS-CoV-2 (novo coronavírus), por exemplo, as informações científicas falsas têm sido amplamente difundidas e representam um risco constante à saúde das populações. Assim, alinhado à vocação científica e extensionista da UFCSPA, esse projeto propõe o planejamento, a produção e a publicação de um podcast, com abordagem objetiva e linguagem simples, voltado à divulgação de informações científicas na área da química e das ciências em geral, o PodChem. Partindo do princípio de que as pessoas consomem notícias e informações principalmente através da internet, via celular, podcasts configuram uma maneira rápida, acessível, interessante e de largo alcance para a transmissão de conteúdos relevantes. O público-alvo do projeto é amplo e variável e, como se pretende utilizar uma linguagem bastante simples e objetiva, deve ser capaz de atingir a todas as pessoas. A avaliação do projeto será feita a partir dos indicadores quantitativos de acesso, da avaliação de um protótipo por grupo selecionado de voluntários, das respostas aos formulários de avaliação dos episódios e da interação com a audiência a partir das redes sociais. Espera-se, assim, que esse podcast auxilie na promoção da autonomia e do senso crítico na sociedade através da divulgação de informações científicas verificadas, por meio de rodas de conversa on-line, utilizando linguagem simples e uma abordagem objetiva, interdisciplinar e interprofissional.
- Coordenadora: Simone Schneider Amaral
- Colaboradores: Ana Cristina Borba da Cunha, Gisele Orlandi Introíni, Juliana Maria Miolo Schneider, Marla Narciso Godoi Biajoli e Rodrigo Ligabue Braun
Contatos
- E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
- Site: https://biochemdig.wixsite.com/website
- Facebook: podchem-UFCSPA
- Instagram: @podchem-UFCSPA
A atenção em saúde reprodutiva é uma das áreas de atuação prioritárias da Atenção Básica à Saúde no Brasil, de modo que ela deve possibilitar às pessoas o acesso a informações e a métodos seguros de planejamento reprodutivo, bem como a serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde no que diz respeito à vida reprodutiva. Além disso, a Agenda 2030 da ONU, em suas Metas 3.7 e 5.6 visa assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e aos direitos reprodutivos. Nesse contexto, o projeto de extensão Conversando sobre Saúde Reprodutiva tem por objetivo promover atividades educativas de caráter participativo que forneçam informações em linguagem acessível sobre anticoncepção, gravidez, planejamento reprodutivo, hábitos e substâncias que afetam a saúde reprodutiva, teratógenos e proteção contra ISTs/AIDS a indivíduos em idade reprodutiva como forma de contribuir para a autonomia na tomada de decisão livre e consciente em relação à própria saúde.
- Coordenadora: Juliana Trevisan da Rocha
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O acesso à água potável é um direito constitucional estabelecido pela Constituição Federal Brasileira de 1988 e a informação sobre a qualidade dessa água está regulamentada pelo Decreto Federal nº 5.440 em 05/05/2005, cuja efetividade para a proteção da saúde está relacionada aos comportamentos, percepções, entendimentos e ações da comunidade em relação à água fornecida. Existem poucos programas de governo focados para a transferência desse conhecimento à população, mesmo sabendo que, em muitos casos, tais instruções influenciam a desobstrução do sistema de saúde, visto que as doenças de veiculação hídrica contribuem para os atendimentos e internações de casos de infecções gastrointestinais, em especial, de crianças e idosos. Assim, ainda existe uma lacuna a ser preenchida na área de saúde e meio ambiente por meio da troca de informações e conhecimentos com a sociedade. Nesse contexto, esse projeto visa realizar ações para instruir a sociedade sobre os tipos de água e o seu ciclo, os métodos de tratamento da água nas Estações de Tratamento de Água (ETA), os parâmetros de potabilidade da água, os impactos desses parâmetros sobre a saúde humana, a manipulação adequada da água tratada (em especial, a limpeza de caixas d`água), o controle da poluição das águas (em especial, os problemas do descarte de medicamentos na rede de esgoto), os hábitos de consumo doméstico e as doenças de veiculação hídrica, entre outros, permitindo a transferência de conhecimento de forma acessível com benefícios à saúde humana.
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Coordenador: Cristiane Oliveira
Colaboradores: Isabel Siqueira da Silva da UFCSPA; Helena Tannhauser Barros, Alex Elias Lamas
O projeto “Quando a ciência fala a nossa língua: divulgação científica em saúde, educação e linguagem” tem como objetivo principal aproximar o público em geral dos saberes científicos em saúde, educação e linguagem. Partindo da premissa de que a ciência deve ser compartilhada de forma clara, crítica e culturalmente sensível, o projeto visa transpor e disseminar estudos recentes por meio de textos multimodais (por exemplo, posts de blog, postagens em redes sociais, infográficos e panfletos) e de oficinas interativas. A proposta busca não apenas informar, mas também fomentar o pensamento crítico e o letramento científico da sociedade, especialmente em contextos marcados por desigualdades sociais e educacionais.
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Coordenador: Bernardo Kolling Limberger
Colaboradores: Aline Aver Vanin





