30/05/2022 – TV Pampa
Link: https://www.tvpampa.com.br/cirurgia-plastica-com-qualidade-e-tema-do-forum-do-corpo-clinico-do-hospital-mae-de-deus/
Cirurgia plástica com qualidade é tema do fórum do corpo clínico do hospital mãe de deus
Na manhã desta segunda-feira (30), o Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, realizou um Fórum do Corpo Clínico especial sobre a segurança do paciente em cirurgia plástica, com a participação do professor Christopher Pannucci, cirurgião plástico de Washington (USA), um dos maiores pesquisadores do mundo na área de segurança em cirurgia plástica.
O encontro foi conduzido pelo médico Denis Valente, cirurgião plástico do Corpo Clínico do Hospital Mãe de Deus, professor-adjunto de Cirurgia Plástica da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e membro da Comissão de Pesquisa em Cirurgia Plástica da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos.
“Doutor Pannucci apresentou um trabalho de prevenção ao tromboembolismo que realizamos aqui na nossa instituição. A grande vantagem que tivemos ao final desta conversa é que iremos elaborar um novo protocolo de prevenção destas doenças no Hospital Mãe de Deus, contribuindo para uma experiência ainda melhor ao nosso paciente”, destaca Valente.
O Hospital Mãe de Deus informa que segue protocolos internacionais para cirurgia plástica. “A qualidade dos serviços que prestamos é o mais importante. Prova disso são os 12 artigos que publicamos na revista de Cirurgia Plástica mais importante do mundo. Além disso, para a utilização do score de Caprini, protocolo para prevenção da trombose venosa profunda com embolia pulmonar, entramos em contato com o próprio doutor Caprini, pois não existia este questionário em português, e passamos a ser o primeiro hospital a receber a escala em português do próprio autor”, destaca Valente.
30/05/2022 – O Sul
Link: https://www.osul.com.br/cirurgia-plastica-com-qualidade-e-tema-do-forum-do-corpo-clinico-do-hospital-mae-de-deus/
Cirurgia plástica com qualidade é tema do Fórum do Corpo Clínico do Hospital Mãe de Deus
Na manhã desta segunda-feira (30), o Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, realizou um Fórum do Corpo Clínico especial sobre a segurança do paciente em cirurgia plástica, com a participação do professor Christopher Pannucci, cirurgião plástico de Washington (USA), um dos maiores pesquisadores do mundo na área de segurança em cirurgia plástica.
O encontro foi conduzido pelo médico Denis Valente, cirurgião plástico do Corpo Clínico do Hospital Mãe de Deus, professor-adjunto de Cirurgia Plástica da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e membro da Comissão de Pesquisa em Cirurgia Plástica da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos.
“Doutor Pannucci apresentou um trabalho de prevenção ao tromboembolismo que realizamos aqui na nossa instituição. A grande vantagem que tivemos ao final desta conversa é que iremos elaborar um novo protocolo de prevenção destas doenças no Hospital Mãe de Deus, contribuindo para uma experiência ainda melhor ao nosso paciente”, destaca Valente.
O Hospital Mãe de Deus informa que segue protocolos internacionais para cirurgia plástica. “A qualidade dos serviços que prestamos é o mais importante. Prova disso são os 12 artigos que publicamos na revista de Cirurgia Plástica mais importante do mundo. Além disso, para a utilização do score de Caprini, protocolo para prevenção da trombose venosa profunda com embolia pulmonar, entramos em contato com o próprio doutor Caprini, pois não existia este questionário em português, e passamos a ser o primeiro hospital a receber a escala em português do próprio autor”, destaca Valente.
28/05/2022 – Correio do Povo
Link: https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/geral/luiz-lavinsky-%C3%A9-empossado-para-mais-um-ano-%C3%A0-frente-da-academia-sul-rio-grandense-de-medicina-1.830079
Luiz Lavinsky é empossado para mais um ano à frente da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina
Em torno de 60 acadêmicos participaram da cerimônia, ocorrida neste sábado
Tomou posse na presidência da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina (ASRM), neste sábado, para mais um mandato de um ano, o médico otorrinolaringologista Luiz Lavinsky. Cerca de 60 pessoas participaram da cerimônia, no auditório do Conselho Regional de Medicina do RS (Cremers), e que contou ainda com uma palestra do oncologista clínico Sérgio Roithmann. Chefe da Oncologia do Hospital Moinhos de Vento e professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Roithmann falou sobre as novas terapias para o enfrentamento do câncer.
Lavinsky disse estar honrado com sua recondução ao cargo, aprovada por aclamação por seus colegas médicos. “Temos como obrigações estatutárias qualificar a medicina e ser uma entidade ética para atuarmos junto às instituições públicas e enriquecer nossa entidade”, disse. A ASRM tem atualmente 60 membros permanentes, mais onze eméritos e nove honorários. Cerca de 30 entre os titulares estiveram presencialmente no evento e outros 25 participaram da posse de maneira virtual.
O presidente da entidade ainda afirmou que o momento é de emoção. Para ele, os membros da academia são parceiros de longa data. “Eles eram um ambiente de confiança, que certamente gratifica muito”, relatou. Criada por 20 médicos de diferentes especialidades nas dependências da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, buscando preservar os princípios milenares de Platão, a ASRM celebrou, no último dia 19 de maio, 32 anos de fundação.
A reeleição de Lavinsky e da diretoria ocorreu em 30 de abril, durante o primeiro encontro presencial dos acadêmicos após o começo da pandemia de Covid-19. O médico Sérgio Roithmann, por sua vez, ressaltou em sua palestra que as atuais tecnologias e os estudos concluídos e em andamento, especialmente considerando medicamentos que vão de encontro aos processos celulares que desencadeiam o câncer, podem proporcionar melhor qualidade de vida aos pacientes em tratamento contra esta enfermidade.
Gestão 2022/2023 da ASRM
Presidente - Luiz Lavinsky
1º Vice-Presidente - Valter Duro Garcia
2º Vice-Presidente - Luiz Roberto Stigler Marczyk
Tesoureiro - Cleber Dario Pinto Kruel
1º Secretário - Jefferson Piva
2º Secretário - Santo Vitola
Orador(a) - Waldomiro Carlos Manfroi
DIRETORIA SETORIAL:
Atividades Científicas e Cursos - Sérgio de Paula Ramos
Novos Talentos - Rogério Sarmento Leite
Cultural - Miriam da Costa Oliveira
Interinstitucional - Germano Mostardeiro Bonow
Comunicação - Paulo Silva Belmonte de Abreu
Polos Regionais - Rogério Gastal Xavier
Polos Regionais Adjunto - Darcy Ribeiro Pinto Filho
Campanhas - Luiz Carlos Corrêa da Silva
Ciência e Tecnologia - Roberto Giugliani
Memória da Medicina Sul-Rio-Grandense - Paulo Roberto Prates
Publicações Eletrônicas - Jorge Milton Neumann
26/05/2022 – São Joaquim Online
https://www.assufrgs.org.br/2022/05/26/casos-de-covid-19-aumentam-e-protocolos-de-saude-precisam-ser-redobrados/
Casos de covid-19 aumentam e protocolos de saúde precisam ser redobrados
Este final de semana foi marcado por aumento das internações por conta do novo coronavírus no Rio Grande do Sul. As hospitalizações apresentaram crescimento de 27,5% em duas semanas. No sábado, o Estado registrou o maior número de internações em 49 dias, com 124 pacientes com a doença em estado grave.
Em Porto Alegre, 676 pacientes estavam hospitalizados em UTIs, dos quais 59 com diagnóstico de Covid-19. Com 273 pacientes em estado grave, a rede privada tinha ocupação de 85,8% dos 318 leitos disponíveis. Os leitos SUS registravam 80,8% de ocupação, com 403 pacientes em 499 leitos disponíveis.
O aumento de casos positivados na sociedade acende um alerta também para os trabalhadores e estudantes das universidades e institutos federais. Muitas instituições, como a UFRGS, estão em processo de ampliação de seu retorno presencial. Neste sentindo, a ASSUFRGS reforça que todos os colegas devem ampliar os cuidados com a utilização de máscaras, álcool em gel nos ambientes de trabalho e no trajeto para os campi. Caso a categoria enfrente algum registro de contaminação fora da curva em suas unidades, podem entrar em contato com a coordenação da Assufrgs ou representante sindical para registro e acompanhamento das situações. Juntos asseguramos a saúde e segurança da categoria!
Abaixo, confira como estão os protocolos atuais de cada instituição da base da ASSUFRGS:
Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o uso de máscara é obrigatório no ambiente interno e externo. Com o retorno 100% o desenvolvimento das atividades presenciais deverá atender aos protocolos de segurança vigentes, estabelecidos pelo Comitê Covid-19 da UFRGS e pelas Resoluções 213/2021 e 3/2022 do Conselho Universitário, incluindo a exigência de comprovante de vacinação contra a covid-19. Os estudante já podem inserir o comprovante no portal do aluno.
Em caso de situações de contágio, poderão ser estabelecidas alternativas não presenciais diante da necessidade de afastamento de docentes, discentes ou servidores técnico-administrativos. Os estudante já podem inserir o comprovante no portal do aluno.
No Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) o uso de máscara continua sendo obrigatório em ambientes fechados de todas as suas unidades. A máscara é de uso obrigatório também no ambiente externo nos campi Alvorada, Osório, Porto Alegre, Rio Grande, Vacaria e Viamão. Em outros campi, o uso de máscara é facultativo, como em Bento Gonçalves, Canoas, Caxias do Sul, Erechim, Farroupilha, Feliz, Ibirubá, Restinga (POA), Rolante (com exceção do Espaço de Convivência), Veranópolis e Sertão.
Além disso, caso o estudante ou servidor do IFRS precise de máscara, deve fazer contato com a Comissão Local de Prevenção e Acompanhamento da Covid-19 por e-mail ou procurar a recepção da unidade para solicitar.
Na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) mantém a manutenção rigorosa de todos os protocolos de segurança, o uso de máscaras é obrigatório para qualquer pessoa que circular no campus tanto em ambiente interno, quanto externo. A universidade está fornecendo máscaras PFF2 para seus estudantes e trabalhadores.
Fontes: Correio do Povo, UFRGS, IFRS e UFCSPA
26/05/2022 – São Joaquim Online
Link: https://saojoaquimonline.com.br/folha-da-cidade/2022/05/26/meu-filho-nao-esta-falando-o-que-devo-fazer/
Meu filho não está falando, o que devo fazer?
Através da comunicação às crianças, os adultos e os idosos expressam a sua linguagem, essa habilidade é muito importante para conseguirmos socializar, fazer novas amizades, aprender e fazer parte da comunidade. Infelizmente ao longo da infância muitas crianças apresentam dificuldades para expressar a linguagem ou para compreender aquilo que escutam.
Na maioria das vezes essas dificuldades de fala ou linguagem são percebidas pelos pais e em outras vezes quem percebe é o médico ou o professor. É comprovado cientificamente que o atraso da aquisição de linguagem que não for tratado precocemente, pode acarretar problemas e dificuldades na aprendizagem, quando a criança está em idade escolar.
O fonoaudiólogo é um profissional que pode lhe ajudar quando seu filho apresentar atrasos com a fala. Esse profissional faz uma avaliação detalhada e identifica as causas de atrasos e trata os distúrbios relacionados com a comunicação, envolvendo a fala, linguagem oral, voz, escrita e audição.
É importante salientar que a criança nunca tem preguiça para falar, se ela apresentou um atraso é muito importante que seja investigado e avaliado. Conte com um fonoaudiólogo para tornar a infância do seu filho mais feliz e comunicativa!
Aqui em São Joaquim você pode fazer o seu tratamento fonoaudiológico com a Dra. Tamires Vasco, que é formada pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, tem muita experiência com o público infantil e é pós-graduanda em neuropsicopedagogia e também em intervenção em análise do comportamento aplicada (ABA) para o transtorno do espectro autista (TEA).
25/05/2022 – Jornal da USP
Link:https://jornal.usp.br/ciencias/diretrizes-clinicas-nao-tem-criterios-claros-para-avaliar-resposta-a-tratamento-inicial-da-depressao-diz-estudo/
Faltam critérios claros para avaliar resposta a tratamento inicial da depressão, diz estudo
Parte das diretrizes clínicas disponíveis não orienta claramente sobre estratégias a serem adotadas com pacientes, o que pode levar profissionais de saúde a hesitarem em aplicá-las
Quando pacientes com depressão não respondem ao tratamento farmacológico inicial, profissionais de saúde como psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, farmacêuticos e gestores na área de saúde mental podem contar com o apoio de diretrizes clínicas, documentos que fornecem estratégias baseadas em evidências científicas, para avaliar e dar sequência à terapia. Porém, uma pesquisa liderada pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP revela que parte das diretrizes existentes não define os critérios necessários para a avaliação da resposta dos pacientes à terapia inicial, se foi adequada ou não. Segundo o estudo, faltam orientações sobre as estratégias terapêuticas a serem adotadas para esses pacientes, o que pode fazer os profissionais de saúde hesitarem na aplicação das diretrizes. O trabalho faz parte da linha de estudos de um grupo de pesquisadores brasileiros que analisa a qualidade e transparência das diretrizes, além de auxiliar no seu aprimoramento.
A pesquisa é descrita no artigo Quality of clinical practice guidelines for inadequate response to first-line treatment for depression according to AGREE II checklist and comparison of recommendations: a systematic review publicado na revista médica BMJ Open no último mês de abril. “Diretrizes clínicas são documentos que contêm recomendações para otimizar o cuidado em saúde oferecido aos pacientes, formuladas a partir de uma revisão sistemática das evidências e análise de riscos e benefícios das intervenções para cada condição clínica de saúde, além de outros fatores associados ao contexto local”, afirma a pesquisadora Franciele Cordeiro Gabriel, da FCF, primeira autora do artigo.
O trabalho faz parte do projeto de pesquisa do grupo Chronic Diseases And Informed Decisions (Chronide), que conta com pesquisadores de diversas instituições de ensino superior brasileiras, com o objetivo de trazer suporte à tomada de decisões na prática clínica e na gestão de saúde. Desde 2015, o grupo faz a análise da qualidade e transparência de diretrizes, inclusive discutindo as recomendações de melhor qualidade metodológica para o tratamento de doenças crônicas não transmissíveis, como a depressão. O Chronide colabora com a adaptação de diretrizes locais, com base nas melhores evidências científicas disponíveis. O grupo conduz o projeto Saúde Baseada em Evidências e Recomendações para o Sistema Único de Saúde (Saber-SUS), que dissemina as pesquisas realizadas por seus membros.
Cada instituição de saúde costuma ter as suas orientações, que são elaboradas por instituições governamentais, sociedades profissionais e universidades e são disponibilizadas, principalmente, em sites específicos na internet, conhecidos como repositórios de diretrizes clínicas. “Entre os principais objetivos das diretrizes estão tornar as decisões clínicas mais objetivas, diminuindo a variabilidade, educar pacientes e profissionais sobre a melhor prática atualizada, e melhorar a relação entre custo e efetividade dos cuidados em saúde”, diz a pesquisadora.
“O trabalho buscou similaridades e diferenças entre as diretrizes clínicas mais usadas na prática e aquelas avaliadas como de alta qualidade metodológica”, descreve Franciele. “Foi feita uma busca sistematizada em bases de referências científicas e fontes específicas para encontrar o maior número possível de diretrizes publicadas na literatura. Elas foram comparadas de modo a estabelecer pontos em comum, divergentes e complementares em relação ao manejo dos pacientes.”
Recomendações
“A maioria das diretrizes clínicas analisadas concorda com a necessidade de reavaliar o diagnóstico, avaliar a presença de comorbidades, ou seja, de outras doenças, e adesão ao tratamento, ajustar a dosagem do antidepressivo e adicionar psicoterapia como os primeiros passos para quem não responde ao tratamento antidepressivo de primeira linha”, ressalta a pesquisadora. “Além disso, todas elas incluem a possibilidade de substituição do antidepressivo, potencialização com outros medicamentos, ou combinação de diferentes antidepressivos”, ressalta.
De acordo com Franciele, o estudo também revela pontos a serem melhorados nas recomendações das diretrizes. “Isso inclui apresentar uma definição padronizada de resposta adequada, inadequada ou parcial ao tratamento farmacológico da depressão e estabelecer o tempo necessário para declarar uma resposta, ou até mesmo a sua ausência”, destaca. “Cabe salientar que apenas algumas diretrizes apresentaram uma sequência clara de estratégias terapêuticas para pacientes nessa situação clínica.”
“É relevante destacar que as discrepâncias entre esses documentos podem conduzir os profissionais de saúde a hesitarem em aplicar as diretrizes clínicas na prática”, afirma a pesquisadora. “A melhoria da qualidade ajudaria nesse processo.”
Franciele afirma que a aceitação das diretrizes clínicas por profissionais da saúde é a chave para a implementação efetiva e a obtenção de um atendimento ideal ao paciente. “Os profissionais nem sempre têm tempo disponível e acesso à literatura confiável”, observa. “Assim, as diretrizes clínicas confiáveis auxiliam muito para a tomada de decisão. Nosso estudo mostra tópicos que podem ser revisados e aprimorados.”
Além da FCF e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), o trabalho teve a participação de pesquisadores da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A elaboração do artigo contou com a colaboração do professor Airton Tetelbom Stein, da UFCSPA, da professora Daniela Oliveira de Melo, da Unifesp, Géssica Caroline Henrique Fontes-Mota, doutoranda da FCF, Itamires Benício dos Santos, mestranda da Unifesp, Aliandra Fantinell de Oliveira, candidata a mestrado da UFSM, professor Renério Fráguas, docente do Departamento e Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina e do Hospital Universitário (HU) da USP e professora Eliane Ribeiro, da FCF.
Os resultados do trabalho serão apresentados nas disciplinas de diretrizes clínicas da UFCSPA e da Unifesp, com o objetivo de melhorar o conhecimento sobre o tema.
24/05/2022 – Assembleia Legislativa Estado do Rio Grande do Sul
Link:http://www.al.rs.gov.br/agenciadenoticias/destaque/tabid/855/IdMateria/328512/Default.aspx
Seminário na Área da Infância e Adolescência aborda Combate ao Abuso e à Exploração Sexual
O Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do RS foi palco de um grande evento, que aconteceu durante toda a quarta-feira, 18 de maio. No Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual foi realizado o ll Seminário na Área da Infância e Adolescência, promovido pela Frente Parlamentar de Defesa da Criança do Adolescente, presidida pelo deputado Elizandro Sabino (PTB).
Durante a manhã, foi realizada a palestra sobre Autolesão em Crianças e Adolescentes, com o Dr. Jader Piccin, que é Médico pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Psiquiatra e Psiquiatra da Infância e Adolescência pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Mestre do PPG Ciências Médicas e atua junto ao programa de Depressão na Infância e Adolescência. Ele abordou diversas questões relacionadas à autolesão, como o aumento dos comportamentos relacionados a esses casos, como avaliar adequadamente os riscos e quais as intervenções possíveis. Também foram destaque os índices de suicídio entre jovens e os conceitos a repeito dos temas, que podem ser relacionados a transtornos mentais.
Na sequência, a psicóloga e Comissária de Polícia Civil, Dra. Susana Braum, também Coordenadora do Departamento da Criança e do Adolescente por 26 anos, tratou sobre o Abuso Sexual Infantil, retratando sobre casos reais e como profissionais podem auxiliar nessas situações. Também foram pautas do encontro os indicativos, como dificuldade de aprendizagem, a criança não querer ir embora da escola, não querer ir para a casa de familiares, acordar de madrugada, ter pesadelos, ter um comportamento sexualizado que não é de acordo com sua idade, entre outros fatores. Ainda sim reforçou que existem famílias, mães e pais que não querem enxergar e, por isso, o trabalho dos profissionais que atuam em torno da criança é fundamental.
No período da tarde, o advogado criminalista, Dr. Lúcio Santoro de Constantino, abordou sobre a Agressividade Sexual: o abuso do inocente e o contexto probatório. Dr. Lúcio é Advogado Criminalista, Doutor em Direito pela UNISINOS, Mestre em Ciências Criminais pela PUCRS e Especialista em Ciências Criminais pela PUCRS. Em sua palestra foi possível compreender o papel e os deveres do legislativo, a respeito dos casos de abuso sexual, principalmente, o que deve ser feito quando se há provas do ato, que é se reportar às entidades responsáveis. Também foram retratados casos reais e quais foram as medidas cabíveis em cada situação, reforçando que é preciso ter toda uma rede de apoio à criança e ao adolescente.
Na sequência, a Psicóloga Dra. Dulce Bedin, Especialista em Psicologia Organizacional pelo Instituto de Desenvolvimento Global (IDG), Especialista em Saúde Pública (Curso de Formação de Sanitaristas) pela FIOCRUZ, Mestre em Psicologia Social pela PUCRS, Doutora em Psicologia pela PUCRS e Pós-Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFRGS, tratou sobre a Banalização da Infância. Em sua palestra, a psicóloga reforçou que as crianças precisam entender desde sempre que elas são muito especiais e que o corpo delas é muito importante, e que para isso é preciso conhecê-las melhor e respeitá-las. Ainda destacou que falar sobre esses temas educa, previne e liberta, pois a base do abuso é o silêncio. Também foram abordados os dados a respeito do abuso sexual, que a cada hora 3 crianças/adolescentes são abusados no Brasil e 80% das vezes acontece dentro de casa. Por fim, foram tratadas as formas de prevenção e educação sexual.
Para finalizar esse dia repleto de assuntos fundamentais, a Promotora de Justiça, Dra. Denise Casanova Vilela, retratou os Desafios para implementação da lei da escuta protegida no Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente. A palestrante é Coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Infância, Juventude, Educação, Família e Sucessões, integrante da COPEIJ/GNDH/CNPG, Vice-Coordenadora da COPEIJ, Coordenadora da Comissão Permanente da Infância e Juventude do Grupo Nacional dos Direitos Humanos do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (COPEIJ/GNDH/CNPG). Dra. Denise abordou sobre a legislação, o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente, histórico e protocolos de entrevistas com as vítimas, normativas e medidas de proteção. Segundo a Promotora, é muito importante respeitar o testemunho das vítimas, conforme estudos realizados nos US, em 2002, com 2.384 crianças, concluíram que apenas 4% tinham achados científicos - clínico, por isso é fundamental a escuta. Exames psicológicos sem o relato da vítima podem ser detectados sinais e sintomas compatíveis com violência sexual, mas não traz algo concreto.
Segundo o proponente do Seminário, deputado Elizandro Sabino, “é fundamental promovermos ações para capacitar a todos que atuam diretamente com a criança e o adolescente, isso é uma coisa que percebo desde quando fui Conselheiro Tutelar da cidade de Porto Alegre. Muitas vezes, os profissionais que atuam na linha de frente em casos de abuso e exploração de crianças e adolescentes não recebem o devido preparo, isso é uma questão muito importante para ser abordada. Me alegra termos tantos municípios presentes aqui hoje, conselheiros tutelares, pré-candidatos ao Conselho Tutelar, professores, advogados, assistentes sociais e tantos outros representantes da área da infância e adolescência.”
A vereadora psicóloga Tanise Sabino esteve presente na ocasião representando a Câmara Municipal de Porto Alegre. Em suas palavras reforçou que “é um compromisso do meu mandato colocar a saúde mental na agenda da cidade, seminários como esse reforçam a importância de trazermos o abuso sexual, saúde mental, suicídio e automutilação para debate. O abuso deixa marcas, principalmente na saúde mental de crianças e adolescentes. Precisamos capacitar os profissionais para estarem aptos e preparados para esses casos. Agradeço ao deputado Sabino por, mais uma vez, proporcionar um seminário com uma temática tão fundamental para os gaúchos e reforço aqui que estamos caminhando juntos a favor da vida e da proteção de nossas crianças e adolescentes”, destacou a psicóloga.
Também marcaram presença no encontro o Presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente da OAB/RS, Carlos Kremer e o Secretário Adjunto de Saúde de Porto Alegre, Richard Dias, entre demais autoridades.
17/05/2022 – Sul 21
Link: https://sul21.com.br/noticias/saude/coronavirus/2022/05/covid-19-estado-emite-avisos-para-todas-as-regioes-e-gt-sugere-avaliacao-sobre-mascaras/
Covid-19: Estado emite avisos para todas as regiões e GT sugere avaliação sobre máscaras
Número de casos confirmados praticamente duplicou nos últimos 10 dias no Rio Grande do Sul
Depois de nove semanas sem emissão de Avisos ou Alertas no Sistema 3As de Monitoramento, responsável pelo gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul, o Grupo de Trabalho (GT) Saúde, após reunião realizada na terça-feira (17), emitiu Avisos para todas as 21 regiões Covid do Estado nesta quarta-feira (18). A emissão de Avisos pode ocorrer a qualquer momento, sem necessidade de deliberação por parte do Gabinete de Crise.
A decisão do GT Saúde ocorreu devido ao aumento acelerado de casos confirmados de covid-19 no Estado, que praticamente duplicou nos últimos dez dias. Entre 7 e 17 de maio, a incidência acumulada passou de 113,7 a cada 100 mil habitantes para 223,2.
Ao contrário das últimas semanas, o aumento da contaminação teve reflexo no número de internados em leitos clínicos. Entre suspeitos e confirmados, houve um crescimento de 47% em apenas nove dias – 339 casos em 9 de maio para 521 em 18 de maio. O número de internados em UTIs por covid-19 segue estável, fato já esperado devido à evolução natural da doença. No entanto, o GT Saúde espera aumento nas internações em UTIs nos próximos dias, sugerindo a avaliação pelos comitês regionais da utilização de máscaras em locais fechados.
Como o Estado também registra um elevado número de casos de outras doenças, entre elas a dengue, o aumento nas internações por covid-19 causa preocupação ao GT Saúde.
Para evitar o aumento do contágio, o governo do Estado reforça a importância de que a população busque a dose de reforço da vacina contra a covid-19. Cerca de 79,7% da população residente no Rio Grande do Sul está com o esquema vacinal primário (duas doses) completo, mas apenas 50,4% tomou a dose de reforço, completando o esquema vacinal.
Liberação
Em 28 de abril, o governo do Estado tornou facultativo o uso de máscaras de proteção em ambientes fechados. A liberação, no entanto, já estava em vigor na maioria dos municípios. Na Capital, por exemplo, o prefeito Sebastião Melo (MDB) anunciou ainda em 18 de março que a medida de proteção não era mais obrigatória em espaços fechados. Ao ar livre, a liberação já havia ocorrido em todo o Rio Grande do Sul em 17 de março.
Na época da liberação, o Sul21 ouviu especialistas que consideraram a medida “uma decisão política” e se mostraram apreensivos com os resultados da flexibilização em locais fechados.
“Estamos voltando para uma visão individual num momento em que se precisa de atitude coletiva. É decepcionante ver pessoas que tiveram um comportamento melhor durante a pandemia, jogar tudo isso fora agora. Só que com a vida dos outros”, opinou, na ocasião, a professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Cristina Bonorino.
17/05/2022 – GZH
Link: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2022/05/o-sofrimento-solitario-das-disfuncoes-sexuais-masculinas-cl3acxikl0008019igxdc3qvq.html
O sofrimento solitário das disfunções sexuais masculinas
Especialistas da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina escrevem sobre um tabu da saúde dos homens
Muitos homens sofrem, de forma corriqueira, de dificuldades sexuais. Porém, menos de 25% deles conseguem vencer o constrangimento e chegar a uma consulta médica.
Os demais enfrentam longos períodos de insegurança, que resultam em afastamento de suas parceiras, ansiedade, depressão e solidão. Muitos recorrem a tratamentos por conta própria, adquiridos das mais diversas fontes e utilizados sem qualquer orientação médica.
A disfunção sexual que mais acomete os homens é a disfunção erétil, ou simplesmente impotência, que é a incapacidade de se obter, ou de se sustentar, uma rigidez peniana suficiente para o sexo. Várias são as razões para que essa condição apareça, e elas são mais frequentes do que se pensa.
As causas
A satisfação sexual está intimamente relacionada à saúde física e ao estilo de vida. Em indivíduos com menos de 40 anos, a disfunção erétil está mais comumente associada a questões psicológicas, como ansiedade, depressão, ou puramente estresse. Em pacientes mais velhos, problemas médicos como diabetes, hipertensão, doenças vasculares e alterações hormonais costumam estar presentes. Tabagismo, obesidade, sedentarismo, privação de sono… O que se observa na maioria dos casos é uma enorme variedade de fatores contribuindo, simultaneamente, para um desempenho sexual desfavorável. Oito entre os 12 medicamentos mais prescritos no mundo listam disfunção erétil como efeito colateral em suas bulas.
Sinal de alerta
Diversos estudos já demonstraram que a disfunção erétil pode antecipar, como um primeiro sinal de alarme, a ocorrência de eventos cardiovasculares, como infarto, AVC e morte súbita, em alguns anos. Então a consulta médica motivada por queixas sexuais é uma grande oportunidade para se avaliar a saúde geral. Simplesmente prescrever remédio nessa ocasião é um desserviço ao paciente.
A questão conjugal
Uma vida sexual problemática pode ser, ainda, indício de uma vida conjugal problemática. Não se pode esperar que relacionamentos conflituosos, por exemplo, contrastem com grandes performances sexuais. As dificuldades de convivência fazem parte do amplo espectro de fatores modificáveis que contribuem para a instalação e persistência das disfunções sexuais e que devem, como os demais, ser tratados.
Tratamento
O tratamento sofreu uma revolução com os medicamentos orais, eficazes especialmente quando parte de um tratamento amplo e individualizado. Interromper o cigarro, controlar o colesterol, perder peso e praticar atividade física melhoram significativamente a ereção.
Contudo, muitos pacientes necessitam de tratamentos mais invasivos, como injeções e implantes de próteses, cujas indicações devem ser discutidas com o urologista à luz de seus históricos de saúde, suas expectativas de resultado e os riscos envolvidos. Psicoterapia é, também, uma ferramenta fundamental, tanto no controle da ansiedade que cerca o mau desempenho, quanto na abordagem dos problemas de relacionamento e de autoestima. Todos os homens com disfunções sexuais merecem ser plenamente investigados e tratados. Para tanto, precisam ser francos a respeito de suas dificuldades, nem que seja entre as quatro paredes de um consultório médico. Falar sobre o assunto traz naturalidade e, mais do que isso, acolhimento. Nenhuma doença, muito menos a idade, deve ser justificativa para que um homem, ou um casal, abra mão da sua vida sexual.
(*) Urologista dos Hospitais Moinhos de Vento e Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre
(**) Professor de Urologia da Universidade Federal Ciências Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)
Parceria com a Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina
Este artigo faz parte da parceria firmada entre ZH e a Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina (ASRM). A estreia foi em março, com a reportagem “Câncer: do diagnóstico ao tratamento”. Em abril, publicamos artigo sobre depressão e bipolaridade. Uma vez por mês, até dezembro, o caderno vai publicar conteúdos produzidos (ou feitos em colaboração) por médicos integrantes da entidade, que completou 30 anos em 2020 e atualmente conta com cerca de 90 membros e é presidida pelo otorrinolaringologista Luiz Lavinsky. De diversas especialidades — oncologia, psiquiatria, oftalmologia, endocrinologia etc —, esses profissionais fazem parte do Programa Novos Talentos da ASRM, que tem coordenação de Rogério Sarmento Leite e no qual são acompanhados por um tutor com larga experiência na área.
17/05/2022 – Jornal Diário do Nordeste
Link: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultima-hora/pais/alerta-de-ciclone-faz-porto-alegre-cancelar-aulas-em-escolas-e-universidades-1.3231959
Alerta de ciclone faz Porto Alegre cancelar aulas em escolas e universidades
O fenômeno pode causar rajadas de ventos acima de 100 km/h
Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, decidiu suspender as atividades presenciais nas escolas municipais, além de universidades, nesta terça-feira (17), devido ao alerta de tempestade subtropical no Estado.
A Defesa Civil Nacional e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiram um aviso, nessa segunda-feira (16), sobre o ciclone, classificado como tempestade subtropical, que pode atingir a região Sul, principalmente RS e Santa Catarina, além de Paraná e do sul de São Paulo, a partir dessa terça-feira. Segundo os órgãos, o fenômeno pode causar rajadas de ventos acima de 100 km/h.
Devido ao alerta, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), informou através das redes sociais que as aulas no ensino público da capital, nos turnos da tarde e da noite, estão suspensas nesta terça-feira.
As instituições de Educação Infantil conveniadas devem funcionar até 15h para que os pais e responsáveis possam pegar os filhos, segundo informações do portal Gaúcha ZH.
AULAS SUSPENSA NA REDE ESTADUAL
A Secretaria Estadual da Educação (Seduc) decidiu seguir a mesma estratégia e informou, à publicação, que estará de portas fechadas pela tarde e noite. Conforme o portal G1, pelo menos 23 cidades, que integram as coordenadorias regionais de educação de Guaíba e Rio Grande, não devem ter atividade. São elas:
(Veja os estados no link)
OUTROS MUNICÍPIOS SUSPENDEM AULAS
O Governo do Estado do Rio Grande do Sul orientou que, caso a Defesa Civil local julgue necessário, outros municípios têm a mesma autonomia e podem suspender as atividades escolares. Conforme o G1, além da Capital, outras localidades aderiram ao esquema.
ENSINO PRIVADO
O Sindicado das Escolas Particulares do Estado (Sinepe-RS) recomendou que as instituições de ensino privadas fiquem atentas à situação da própria região e sigam as orientações da Defesa Civil.
Já os estabelecimentos localizados em regiões de alto risco, a entidade orientou a suspensão das aulas no turno da tarde e da noite desta terça. O Sinepe-RS ainda afirma que as instituições têm autonomia para decidir sobre o funcionamento e a organização do calendário escolar.
UNIVERSIDADES
Em Porto Alegre e região, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM - POA) suspendeu as aulas presenciais do período da noite desta terça. Já a UniRitter cancelou as atividades presenciais de terça, tarde e noite, e quarta-feira (18), manhã e tarde. Nas duas instituições, os encontros acontecerão remotos.
Já a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), nos campi de Porto Alegre e São Leopoldo, as aulas previstas foram migradas para o modo à distância. Na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), as atividades foram suspensas na tarde e noite desta terça, além da manhã de quarta.
A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) mudou para a modalidade online as aulas da graduação e pós-graduação desde a tarde desta terça até às 13h de quarta-feira. No entanto, as atividades presenciais de serviços à comunidade se mantêm até às 18h, quando o campus será fechado. As atividades administrativas e serviços serão retomados normalmente durante a manhã de quarta.
Por estar em meio às férias escolares, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) não tem aulas previstas para a semana. Mas os servidores e os terceirizados tiveram o expediente suspenso a partir das 12h desta terça.
A reitoria da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) informou, ainda na segunda-feira (16), a suspensão das atividades acadêmicas em todos os campi durante a terça-feira.
O campi Canoas, Guaíba, Gravataí, São Jerônimo e Torres da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) realizarão aulas remotamente no turno noturno desta terça. Em Cachoeira do Sul e Carazinho, as aulas presenciais estão mantidas. Em Santa Maria, não há atividades em razão do feriado municipal.
17/05/2022 – Rádio Guaíba
Link: https://guaiba.com.br/2022/05/17/inter-manifesta-preocupacao-com-partida-pela-sul-americana-devido-ao-alerta-de-ciclone/
Inter manifesta “preocupação” com partida pela Sul-Americana devido ao alerta de ciclone
Jogos contra o Independiente Medellín está marcado para as 19h15min, no Beira-Rio
Em razão do alerta do ciclone Yakecan, que pode trazer ventos acima dos 100 km/h ao Estado nesta terça-feira, o Inter manifestou “preocupação” com a realização da partida contra o Independiente Medellín, pela Copa Sul-Americana, marcada para as 19h15min, no Beira-Rio.
“Diante de alertas climáticos emitidos por autoridades, o Sport Club Internacional manifestou oficialmente à Conmebol na manhã desta terça-feira sua preocupação com a realização da partida contra o Independiente Medellin, pela Copa Sul-Americana. Seguimos aguardando orientações e em contato com a Confederação Sul-Americana, colocando o Clube à disposição para qualquer medida que precise ser tomada”, disse o clube em nota.
O Yakecan começa a ganhar força nas próximas horas. Diversas escolas no Estado suspenderam as atividades, assim como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).
17/05/2022 – GZH
https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2022/05/com-alerta-de-tempestade-mais-escolas-e-universidades-do-estado-suspendem-atividades-cl3a65y9e001d019imycyb5pj.html
Com alerta de tempestade, mais escolas e universidades do Estado suspendem atividades
Na Capital, rede pública não terá atividades nos turnos da tarde e da noite desta terça-feira (17)
O alerta para os efeitos da tempestade subtropical no Estado fez com que as aulas fossem suspensas em escolas de Porto Alegre. Além da Capital, pelo menos outros 31 municípios anunciaram suspensão de aulas presenciais nesta terça-feira (17). Em alguns, a medida continua até quarta-feira (18).
A rede pública de ensino da Capital não terá atividade presencial na tarde e noite desta terça-feira (17). O anúncio de cancelamento das aulas nas instituições municipais foi feito pelo prefeito Sebastião Melo no Twitter.
Na publicação, o prefeito afirmou que a medida visa “preservar alunos e equipes”, e que “a decisão se estende à rede conveniada”.
As escolas de Educação Infantil conveniadas ficam abertas até 15h para que os pais possam buscar seus filhos.
Na mesma linha, a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) informou que a rede estadual, na Capital, também estará de portas fechadas pela tarde e noite. O Governo do Estado orienta ainda que, caso a Defesa Civil local julgue necessário, outros municípios têm a mesma autonomia e também poderão suspender as aulas.
Canoas estendeu a medida: além de não abrir nesta terça (17), as instituições municipais se manterão fechadas na quarta-feira (18). O Ensino de Jovens e Adultos (EJA) seguirá a mesma orientação. Já na Educação Infantil, tanto de responsabilidade do município quanto na rede conveniada, os pais devem buscar seus filhos antes do horário regular, para evitar que algum aluno esteja exposto durante as rajadas de vento previstas.
Também na Região Metropolitana, em Gravataí, as aulas do turno da tarde da rede municipal foram suspensas nesta terça-feira (17), e a orientação é que os pais de alunos da Educação Infantil busquem os filhos mais cedo nas escolas. A Secretaria Municipal de Educação ainda deve informar se haverá ou não aulas na quarta-feira (18). A situação é a mesma em Alvorada: sem aulas na terça (17) e ainda em monitoramento e avaliação para definir como será a quarta (18) nas escolas do município.
Ainda na Região Metropolitana, Glorinha, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Guaíba e São Jerônimo tiveram aulas suspensas.
No Litoral Norte, Capão da Canoa também dispensou os alunos de atividades presenciais e Torres deve suspender as aulas a partir do turno da noite desta terça-feira (17).
A 13ª Coordenadoria Regional de Educação informou que as aulas estão suspensas em escolas estaduais em Bagé, Dom Pedrito, Hulha Negra, Caçapava do Sul, Aceguá e Candiota, na Região da Campanha, e Lavras do Sul, na Região Central.
Escolas particulares
O Sindicato do Ensino Privado (Sinepe/RS) enviou uma orientação às escolas particulares, reiterando a autonomia dos diretores, mas sugerindo que, em locais mais expostos, os gestores evitem receber profissionais e estudantes. Nas regiões de risco, a recomendação é de suspensão de aulas dos turnos da tarde e da noite.
Universidades
A suspensão de aulas ou manter apenas atividades online também uma decisão de universidades do Estado. Ao menos quatro universidades informaram mudanças: a Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) não terão aula à tarde e na noite desta terça (17).
A Unisinos cancelou as atividades presenciais, transferindo os encontros para o ambiente remoto, a partir da plataforma online. A medida vale para os campus de São Leopoldo e de Porto Alegre. Em nota, a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) informou a suspensão das atividades acadêmicas e administrativas presenciais na tarde e noite desta terça (17) e na manhã de quarta-feira (18).
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) também suspendeu atividades presenciais a partir do meio-dia desta terça-feira.
A UniRitter suspendeu as atividades presenciais da tarde e da noite desta terça-feira (17) e da manhã e tarde de quarta-feira (18). As atividades e atendimento acontecem nas plataformas digitais.
A Ulbra também realizará atividades exclusivamente online em Canoas, Guaíba, Gravataí, São Jerônimo e Torres. As aulas dos campi Cachoeira do Sul e Carazinho permanecem de forma presencial. Devido ao feriado municipal, em Santa Maria, não haverá aulas.
A Fundação do Ministério Público (FMP) suspendeu aulas e expediente nesta terça e quarta-feira. A ESPM também transferiu as atividades para as plataformas online.
As aulas presenciais que aconteceriam no campus do Imed que fica na Rua Dona Laura também serão online nesta terça (17) e quarta-feira (18). Os atendimentos odontológicos serão remarcados.
No Vale do sinos, a Feevale mudou a modalidade de ensino hoje durante tarde e noite e na quarta-feira (18) pela manhã. A Escola de Aplicação continuará com aula online durante toda a quarta-feira. Também na região, a Faculdade EST suspendeu as aulas presenciais nesta terça. A instituição avaliará a situação antes de orientar sobre a quarta-feira (17).
A Pontifica Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) também adotou mesma medida e as aulas serão somente remotas a partir das 18h, tanto para cursos de graduação quanto pós-graduação.
A Fadergs decidiu que as atividades previstas para a tarde e a noite desta terça-feira, além da manhã e da tarde de quarta-feira, devem ocorrer na modalidade online, com atendimentos por meio dos canais digitais.
Sul do RS
Devido ao temor pelos estragos que a tempestade subtropical Yakecan pode causar, diversas prefeituras da região sul do Estado anunciaram suspensão das aulas nesta terça (17).
Em Pelotas, uma postagem desta manhã no Instagram da administração municipal avisa que estão suspensas as aulas dos turnos da tarde e da noite. A mensagem ampliou as restrições informadas na noite de segunda (16), que previam o cancelamento apenas das atividades noturnas.
Em Rio Grande, além das aulas da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), as atividades da rede municipal também estão suspensas.
Também haverá cancelamento dos trabalhos em escolas de São José do Norte, Santa Vitória do Palmar, Chuí, Capão do Leão, Jaguarão, Pedro Osório, Piratini, Pinheiro Machado e Turuçu.
17/05/2022 – Correio do Povo
Link:https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/ensino/porto-alegre-suspende-aulas-da-rede-municipal-devido-ao-alerta-de-ciclone-1.823364
Porto Alegre suspende aulas da rede municipal devido ao alerta de ciclone
Medida vale para os turnos da tarde e noite de hoje
A prefeitura de Porto Alegre anunciou nesta terça-feira a suspensão de aulas da rede municipal nos turnos da tarde e noite de hoje por conta do alerta do ciclone Yakecan, que pode trazer ventos acima dos 100 km/h. Segundo a administração municipal, a medida foi tomada como forma de preservar a segurança dos alunos e das equipes de ensino. A decisão, conforme a Capital, também vale para instituições conveniadas.
A medida também tem sido adotada em cidades da Região Metropolitana, como Gravataí, Cachoerinha e Glorinha, e por outros municípios do estado. Eldorado do Sul anunciou a suspensão de aulas da rede municipal em razão da previsão de fortes ventos. Em Rio Grande, não terá aulas hoje nas escolas municipais e universitárias da cidade.
Em Pelotas, a rede municipal também acatou a decisão. A medida é válida para Ensino Fundamental, Médio e EJA. No município, a Faculdade Anhanguera também suspendeu as atividades presenciais nesta terça-feira.
A Defesa Civil Estadual está em alerta máximo com o ciclone. De acordo com o coordenador do órgão, coronel Júlio César Rocha Lopes, as pessoas devem se abrigar em casa e não ficar embaixo de árvores e postes.
O coordenador, que aparece em vídeo ao lado do governador do RS, Ranolfo Vieira Júnior (PSDB) também afirma que a população deve ficar atenta com animais domésticos e procurar dar assistência à população em vulnerabilidade social, orientando para que este público acesse as prefeituras e defesas civis municipais para ficarem protegidos.
UFCSPA segue medida
Ainda na manhã desta terça-feira, a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) também anunciou a suspensão das aulas. "Devido ao alerta meteorológico emitido pelos órgãos oficiais e o alerta da Defesa Civil de Porto Alegre, as aulas presenciais da tarde e noite desta terça-feira e da manhã desta quarta-feira foram suspensas na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) também foram suspensas", diz a nota.
17/05/2022 – Correio do Povo
https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/ensino/ufrgs-suspende-aulas-em-raz%C3%A3o-do-alerta-de-ciclone-1.823439
UFRGS suspende aulas em razão do alerta de ciclone
Outras instituições, com a UFCSPA, também anunciaram a mesma medida
Assim como outras instituições de ensino do Estado, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) anunciou nesta terça-feira a suspensão das atividades por conta do alerta do ciclone Yakecan, que pode trazer ventos acima dos 100 km/h. A medida vale após o meio-dia.
“O documento indica que não haverá prejuízo do Calendário Acadêmico. O disposto na portaria não se aplica às atividades consideradas essenciais, sejam de caráter permanente, temporário ou eventual, conforme critério das Direções das Unidades e Órgãos da Administração Central”, completa a universidade em nota.
A UFRGS também informou, através da Divisão de Alimentação da PRAE, que não será servido jantar nos Restaurantes Universitários nesta terça-feira. O almoço será servido normalmente. Mais cedo, a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) também anunciou a suspensão das aulas. A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas, anunciou a mesma medida.
Municípios suspendem aulas
A prefeitura de Porto Alegre anunciou também a suspensão de aulas da rede municipal nos turnos da tarde e noite de hoje por conta do alerta do ciclone Yakecan. Segundo a administração municipal, a medida foi tomada como forma de preservar a segurança dos alunos e das equipes de ensino. A decisão, conforme a Capital, também vale para instituições conveniadas.
A medida também tem sido adotada em cidades da Região Metropolitana, como Gravataí, Cachoerinha, Glorinha, Alvorada e por outros municípios do estado.
16/05/2022 – Câmara Municipal de Jataí
Link: https://www.jatai.go.leg.br/galerias/videos/programa-doacao-de-corpos-para-a-ciencia-prof-dr-manoel-brandes-nazer-unisc
Programa doação de corpos para a ciência (prof. dr.Manoel Brandes Nazer-UNISC)
Graduado em Ciências Biológicas Ecologia/Bacharelado pela Universidade de Santa Cruz do Sul (2002), mestre (2009) e doutor (2014) em Neurociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Foi técnico do Laboratório de Anatomia Humana da Universidade de Santa Cruz do Sul no período de 1998 à 2010. Atualmente é docente na área de Anatomia Humana e Coordenador da Comissão de Ética no Uso de Animais/CEUA-UNISC. Docente na área de Anatomia Humana na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e na Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Tem experiência na dissecação de cadáveres e na pesquisa/extensão relacionadas a área de Morfologia/Educação, com ênfase em Anatomia Humana, atuando principalmente nos seguintes temas: anatomia humana.
13/05/2022 – Portal Fundação Hospitalar Getúlio Vargas
Link: http://www.fhgv.com.br/home/2022/05/voz-e-violao-homenageia-profissionais-de-enfermagem-pelos-corredores-do-getulio-vargas-2/
Voz e violão homenageia profissionais de enfermagem pelos corredores do Getúlio Vargas
Desde o último dia 11, ocorre a Semana da Enfermagem da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas (FHGV). Na programação do Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV), a coordenadora do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Sapucaia do Sul, Letícia Santomé, tratou do tema “O ambiente da saúde e a paixão pela enfermagem”. Posterior, aconteceu homenagem aos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem com música pelas diferentes unidades do Getúlio Vargas num momento de voz e violão proporcionado pelo aluno do curso de Música das Faculdades EST, Matheus Raaber.
“A gente precisa dar um tempo quando assume desafios para que possamos conhecer melhor a unidade de saúde que a gente vai trabalhar. Assim, percebemos como a gente é capaz de criar as oportunidades. Nunca somos o cargo que ocupamos porque a gente está, temporariamente, numa função. Não devemos perder a nossa essência como enfermeiro, técnico ou auxiliar de enfermagem. Vale a pena aceitar os desafios, porque eles nos trazem uma bagagem, uma experiência, e o conjunto delas, é que vai nos tornar profissional. Nós devemos nos valorizar enquanto enfermagem, porque a gente tem uma profissão cheia de diversidade e oportunidades”, afirmou Letícia, que é mestre em Ensino na Saúde pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
Para a gerente assistencial e responsável técnica de enfermagem do HMGV, Raquel Froner, a Semana de Enfermagem oportuniza que ocorram encontros para a discussão dos temas relacionados a profissão e também sejam intensificadas ações de incentivo e valorização da profissão. Raquel atua no Getúlio Vargas há 13 anos e já esteve a frente do trabalho desenvolvido na emergência da instituição. A Semana de Enfermagem está sendo organizada pela Assessoria Técnica da Direção de Atenção à Saúde, pelo Instituto de Ensino e Pesquisa e pela Unidade de Comunicação da Fundação. Os participantes das diferentes unidades geridas pela FHGV vão receber certificado.
PROGRAMAÇÃO
Quarta-feira – 18/05 / Hospital Tramandaí
10h – Palestra: “O papel do enfermeiro no atendimento do paciente com acidente vascular cerebral e um ano de criação da Linha de Cuidado do AVC”.
Palestrantes: Quele Goulart – enfermeira chefe da emergência do Hospital Tramandaí; Marcelo de Castro Klu, enfermeiro do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e coordenador do Departamento de Enfermagem Neurovascular da Associação Brasileira de Enfermagem em Neurologia e Neurocirurgia; e Diógenes Guimarães Zãn – coordenador da Linha de Cuidado do AVC da FHGV.
11h: Coffee Break.
11h45: Voz e violão dos alunos do curso de Música das Faculdades EST pelos corredores do HT.
Quinta-feira – 19/05 – / Hospital Tramandaí
10h30 – Palestra virtual: “A humanização do atendimento”.
Palestrante: Carine Nied – relações públicas e comunicadora sanitarista com mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Nacional de Brasília e consultora e pesquisadora da Fundação Osvaldo Cruz no Observatório.
Quinta-Feira – 19/05 / UPA de Sapucaia do Sul
9h30: “Workshop: Cabelo, maquiagem e EPI no ambiente de trabalho”.
Ministrantes: Ana Carolina Longoni de Castro Vicente – cabeleireira; Caroline Schoffler – maquiadora e consultora de beleza e Marcieli Budel Reidel – enfermeira do trabalho do HMGV.
Local: sala de reuniões da UPA.
11h: SPA da Beleza com diagnóstico e tratamento de cabelos e maquiagem.
Sexta-feira – 20/05 – Dia do Técnico de Enfermagem / Clisam Sapucaia do Sul
8h: “Momento especial para técnicos de enfermagem”.
13h – Palestra: “Atualização da vacinação de gestantes”.
Palestrantes: Zenahya Chagas – enfermeira coordenadora da Clisam e enfermeira Elisabete Moreira.
Local: sala de reuniões.
16h: Voz e violão dos alunos do curso de Música das Faculdades EST pelos corredores da Clisam.
Sexta-feira – 20/05 – Dia do Técnico de Enfermagem / Hospital Municipal Getúlio Vargas
9h: “Workshop: Cabelo, maquiagem e EPI no ambiente de trabalho”.
Ministrantes: Ana Carolina Longoni de Castro Vicente – cabeleireira; Caroline Schoffler – maquiadora e consultora de beleza e Marcieli Budel Reidel – enfermeira do trabalho do HMGV.
Local: auditório da Sede FHGV.
11h: SPA da Beleza com diagnóstico e tratamento de cabelos e maquiagem.
Local: sala de aula 2 do HMGV.
Sexta-feira – 20/05 – Dia do Técnico de Enfermagem / UPA de Sapucaia do Sul
9h: “Momento especial para técnicos de enfermagem”.
Local: sala de reuniões.
9h30: Voz e violão dos alunos do curso de Música das Faculdades EST pelos corredores da UPA.
18h: “Momento especial para técnicos de enfermagem”.
18h30: Voz e violão dos alunos do curso de Música das Faculdades EST pelos corredores da UPA.
Local: sala de reuniões.
13/05/2022 – GZH
Link: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/noticia/2022/05/rs-entra-em-nova-onda-da-covid-19-com-menor-repercussao-em-casos-graves-cl34spkrl000i019ic71m12pt.html
RS entra em nova onda da covid-19, com menor repercussão em casos graves
Médicos pedem que população use máscaras em ambientes fechados e busque postos de saúde para atualizar o calendário vacinal e evitar agravamento da situação
Após flexibilizar o uso de máscaras em ambientes fechados e atingir 50% da população com dose de reforço, o Rio Grande do Sul segue tendência mundial e adentra uma segunda onda de casos da covid-19 pela variante Ômicron, mostram estatísticas do Ministério da Saúde analisadas por GZH nesta sexta-feira (13).
O aumento de infecções iniciou no fim de abril e se consolida em maio. Por enquanto, a maior transmissão trouxe aumento tímido nas internações em leitos clínicos, destinados a casos de menor gravidade. Ainda não há repercussão em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e em mortes — ambos os indicadores levam de três a quatro semanas para mudar após nova tendência em casos.
Em média, 2,9 mil gaúchos oficialmente se contaminaram diariamente na última semana, 44% acima do registrado há duas semanas — há de se levar em conta que os números reais podem ser maiores, em meio à possibilidade de autoteste em casa. O número ainda é distante do ápice de contaminação da onda de Ômicron, quando, no fim de janeiro, mais de 17 mil pessoas se infectavam diariamente.
A ocupação de leitos clínicos também começou a crescer no fim de abril - nesta sexta-feira, havia 279 pacientes com coronavírus internados, crescimento de 21% frente a duas semanas atrás. Em março do ano passado, eram 5,3 mil.
Nas UTIs, há estabilidade: 79 pacientes, igual ao registrado há 14 dias e patamar distante do pior momento da pandemia, quando mais de 2,6 mil gaúchos estavam hospitalizados em estado gravíssimo. O número de mortes também está estável, com média de sete vítimas diárias na última semana.
Uma segunda onda de covid-19 gerada pela variante Ômicron ocorreu em diversos países que desobrigaram o uso de máscaras em ambientes fechados — no geral, houve aumento em hospitalizações e mortes, mas menor do que na primeira onda da variante, com a exceção da Alemanha, mostram estatísticas do Our World in Data. Especialistas dizem que não há como saber, ainda, para qual caminho o Brasil irá.
— Temos aumento de casos bem substancial. O que está acontecendo é o que aconteceu em todos os países que retiraram máscaras em locais fechados: os casos aumentam, já que a variante é altamente transmissível. Devemos ter algum aumento em UTIs e óbitos, mas não tão pronunciado. Não temos como saber como será por aqui: na Alemanha, o segundo pico da Ômicron foi maior do que o primeiro, mas em outros, não — diz Alexandre Zavascki, chefe da Infectologia do Hospital Moinhos de Vento e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A nível nacional, o Brasil voltou, nesta semana, a ter uma média diária de mais de 100 mortes por coronavírus. Seis Estados demonstram tendência de piora da epidemia: Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Alagoas.
A nível internacional, a autoridade sanitária da União Europeia, o ECDC, elevou nesta sexta-feira as subvariantes da Ômicron BA.4 e BA. 5 à classificação de "variantes de preocupação" — o que as coloca ao lado da Ômicron, Delta e Gama. É a primeira autoridade sanitária mundial a fazer isso, o que sugere o potencial das cepas de reinfectar quem já teve coronavírus.
O aumento do número de casos no Rio Grande do Sul ocorre, felizmente, em cenário de alta vacinação: metade da população tem três doses e quase 80%, duas. Mas analistas destacam que a cobertura precisa avançar mais (40% dos gaúchos ainda precisa tomar o reforço) e rogam que a população busque postos de saúde para se vacinar — e, assim, reduzir ao mínimo o risco de mortes, sobretudo entre idosos. Como a imunidade gerada por infecção pela Ômicron dura pouco, há chance de a nova onda causar aumento de hospitalizações e mortes, avalia Zavascki.
— A pessoa pode raciocinar apenas para ela: pensar que, estando vacinada, pegará covid e que será parecido com uma gripe. Mas, em saúde pública, é preciso pensar que teremos muitas pessoas adoecendo ao mesmo tempo, e que algumas mais vulneráveis, com fragilidades no sistema imunológico, serão afetadas mais gravemente — acrescenta o infectologista.
A médica epidemiologista Lucia Pellanda, professora na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), destaca que a nova onda pode ser contida se a população voltar a usar máscaras em ambientes fechados, para além de vacinar-se. Ela diz que o momento atual não exige preocupação “no sentido de estresse, mas sim no sentido de ter mais cuidado”.
— Não precisa voltar para casa. Dá para fazer tudo: viajar, encontrar amigos, trabalhar, desde que tenhamos o cuidado de manter máscara no local fechado. Agora, voltar tudo ao normal e tirar a máscara em ambiente fechado em um momento no qual 40% das pessoas precisa tomar terceira dose é pedir para dar errado. Quem tomou três doses e pegou covid fraca, ótimo. Na maior parte dos casos, vai ser uma gripe, mas em alguns casos pode ser covid longa, com repercussão a longo prazo que não conhecemos bem — diz Pellanda.
Adota visão mais otimista o médico Alessandro Pasqualotto, presidente da Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI) e chefe da Infectologia da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, para quem a nova onda de casos não causa grande preocupação.
O médico diz que a alta cobertura vacinal do Estado deve segurar uma piora acentuada, mas pede que a população mantenha o calendário vacinal atualizado com segunda, terceira e quarta dose, se necessário, para reduzir ao mínimo o impacto das infecções em idosos e outros grupos vulneráveis.
— É uma nova onda, mas muito distinta das ondas anteriores por ser pequena. Esse aumento é esperado: tivemos liberação mais intensa do uso de máscaras no último mês e as pessoas passaram a viver o mais próximo do normal. Não estou preocupado com o aumento em si enquanto não houver repercussão em aumento de internações e mortes. Se tivermos um cenário no qual leitos hospitalares voltem a ser ocupados de forma preocupante, precisaremos rever o que temos e voltar a requisitar máscaras em ambientes fechados. Mas não é o que ocorre agora e não acho que isso vá ocorrer. O que precisamos é reforçar a importância da vacinação — diz Pasqualotto.
Quarta dose para adultos?
O médico infectologista Alexandre Zavascki destaca a necessidade da quarta dose para idosos e pessoas com imunossupressão, mas explica que os estudos não demonstraram, até o momento, necessidade de nova dose para adultos saudáveis.
— O que tem saído agora de estudos é que agora, com a distância de tempo que temos da terceira dose, o benefício da quarta dose ainda não está bem demonstrado. Não quer dizer que não precisaremos tomar em algum momento, mas, agora, não há efeito claramente demonstrado para não idosos — diz Zavascki.
12/05/2022 – GZH
Link: https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2022/05/especialistas-dizem-que-a-formacao-de-jovens-politizados-passa-por-uma-educacao-mais-critica-e-de-qualidade-cl32407v5008u019iut5ytp5u.html
Especialistas dizem que a formação de jovens politizados passa por uma educação mais crítica e de qualidade
O ex-deputado constituinte Hermes Zaneti, que ajudou a aprovar o voto facultativo aos 16 e 17 anos, diz que os jovens precisam ver que suas vidas estão entrelaçadas com as escolhas políticas
Rafaela José Borges, 22 anos, estudante de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), enxerga a desesperança política em parte da sua geração. Defensora ferrenha de melhorias no ensino público e crítica das atuais políticas públicas para o setor, Rafaela diz que os jovens precisam se sentir representados em discussões que impactam suas vidas.
— O fato de muitos jovens terem abandonado a política vem de uma herança que a gente ouve de que, embora a gente participe, não vai mudar nada, porque todos os candidatos são iguais. É muito importante votar. É uma escolha que a gente vai fazer para o nosso futuro — defende Rafaela.
— Uma coisa que está clara é que os jovens deixam a política de lado para tentar não se incomodar ou porque acham que é um assunto muito complexo. E por achar que não adianta participar porque as coisas não mudam — avalia a cientista política Ana Julia Bernardi.
Em sua investigação de doutorado, ela analisou as diferenças de respostas dos jovens de escolas públicas e privadas, centrais e de periferia, no questionário do Nupesal/UFRGS. Entre as conclusões, está o fato de que, quanto maior a qualidade da educação oferecida aos alunos, maiores também as chances de interesse em política.
— Sempre falo das juventudes, no plural. Existe essa juventude mais politizada, e isso está relacionado a níveis mais críticos de educação, a currículos mais críticos. Esses jovens têm maior tendência à politização — resume ela.
Em outras palavras, uma sociedade que efetivamente valorize a democracia e as novas gerações deve garantir um ensino de qualidade e crítico, permitindo que os jovens ultrapassem as limitações de seus círculos familiares e sociais.
— A escola tem um papel muito importante. O mais importante é investir em educação pública de qualidade. Promover o pensamento crítico — acrescenta Ana Julia.
O que os estudiosos explicam é que o valor da democracia, o funcionamento da política e as expressões da cidadania não são conhecimentos naturalmente adquiridos. Esses saberes dependem de investimento permanente da sociedade na formação dos jovens.
— As crianças não são criadas em um ambiente politizado, e se espera que aos 16 anos tirem o título de eleitor e votem. A escola tem um papel crucial nesse processo. Os professores precisam se empoderar. A escola precisa funcionar como um espaço de liberdade controlada onde as coisas possam ser discutidas — diz a psicanalista Aline Santos e Silva.
Aumentar a capacidade crítica dos alunos depende de uma educação menos conteudista e mais preocupada em formar cidadãos.
A afirmação é da diretora do Centro em Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV), Claudia Costin, que defende salas de aula com professores abertos às diferentes ideias dos alunos e sem margem para a censura reivindicada hoje por alguns grupos políticos.
— Sem dúvida há grupos atuando para evitar o debate em sala de aula. É importante pensar que, se por um lado, o professor apresentar uma verdade como única é errado, também é errado não discutir os temas. As direções de escolas devem evitar censurar professores — afirma Claudia, que também é professora visitante em Harvard (EUA).
Gabriel Michelin Lund, 17 anos, critica a falta de espaços de reflexão política em sala de aula. Ele faz parte do grupo que já tirou o título de eleitor e alerta que o país está em um “momento decisivo”.
— A discussão política sempre esteve bem presente na minha vida. A escola é um espaço oportuno para esse tipo de discussão. Porém, muitas vezes o colégio não oportuniza isso. Eu venho de Viamão, me mudei agora para Porto Alegre, e percebi que os interesses políticos variam muito — diz Lund.
Estudante de Medicina da Universidade Federal das Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Gabriel Neto Ferreira, 19, reivindica que as faculdades ajudem a compreender os problemas sociais. Ferreira lembra que o sentimento de mudança é comum à juventude, mas pondera que o movimento estudantil perdeu força, deixando os jovens desorganizados.
— O debate na internet é complicado. Escola e faculdade são ambientes importantes de discussão política, pois são locais de formação. Não só a política de candidatos, mas de projetos, debater os problemas sociais que afetam o país — avalia o universitário.
O que eles querem discutir
O voto facultativo dos jovens de 16 e 17 anos foi uma novidade estabelecida pela Constituição de 1988. O direito desse grupo ao voto passou por uma grande mobilização nacional, que envolveu movimentos estudantis e a insistência de um gaúcho: Hermes Zaneti, do MDB. O então deputado constituinte foi o autor da proposta que rendeu debates acalorados com opositores. Eles o acusavam de estar dando direitos políticos a “irresponsáveis”, “imaturos” e jovens que promoveriam a “revolução cultural”.
— Havia medo da juventude. Com certeza, essa é a palavra certa: medo da juventude — relembra Zaneti.
A proposta foi aprovada pelos constituintes com 355 votos a favor, 98 contra e 38 abstenções, para a felicidade dos cerca de 600 jovens que, das galerias, acompanhavam a sessão. Aquela aprovação contou com o apoio crucial do mais idoso dos constituintes, o senador Affonso Arinos (PFL-RJ), que tinha 83 anos.
Passadas mais de três décadas, Zaneti segue um entusiasta da juventude e defensor de que as escolas assumam o seu papel político. É preciso que os professores façam os alunos perceberem que suas vidas estão entrelaçadas com as opções políticas: o preço do ônibus, o salário do professor, a construção de escolas, o salário mínimo, elenca Zaneti.
— A política deve ser tema de aula — resume.
A valorização da democracia e da opinião do outro é um processo que deve começar ainda na infância, diz a psicanalista Aline Santos e Silva. Estratégias simples como votar o que a família vai jantar ajudam a formar cidadãos autônomos que se sentirão motivados a participar das decisões coletivas e respeitar os argumentos alheios, ela exemplifica.
Aos adultos, é preciso manter uma postura permanente de abertura à contestação das novas gerações, defende Zaneti.
— O pai, a mãe, o avô, a avó, o irmão mais velho que estiver diante de uma contestação de um filho, de um neto, de um irmão mais novo, abra espaço, dê lugar, ouça, independente do que pensemos. Por que ter medo dos jovens? — questiona o ex-deputado.
Em 2 de outubro, Malena Irala Caminha terá motivos para comemorar em dobro. Ela vai atingir a idade mínima para votar no dia das eleições e, por isso, pôde tirar o título de eleitor.
— Essa será uma das eleições mais importantes que vamos ter e eu queria muito tirar o título. Foi muito simples, eu fiz online — conta Malena, que é defensora de pautas sociais e dos direitos LGBT+.
Faixa etária e geração não são a mesma coisa. A primeira está ligada apenas à idade. A segunda diz respeito à experiência de viver em um momento da história, com suas questões específicas. O combate ao racismo, ao machismo, à homofobia e a outras formas de preconceito dão o tom do novo tempo. Essas pautas aparecem quando os jovens são perguntados sobre o que a sua geração tem de distinto, na comparação com as anteriores.
— Uma diferença bem marcante é que a gente tem uma liberdade de expressão maior. E a questão de aceitar os tipos diferentes de gênero e sexualidade: as pessoas estão aceitando cada vez mais — explica o estudante João Pedro Ulguin Pires.
A estudante Rafaela Borges diz que essas pautas têm a meta de deixar a sociedade mais confortável para todos os grupos, e não só para alguns:
— Debates importantes estão surgindo, sobre machismo, direito da mulher, racismo, questões sexuais e dos LGBTs. Esta geração vem para deixar uma sociedade mais confortável para todos.
Os jovens também percebem que o mundo político não espelha a diversidade das ruas e demandam aumento de representatividade nos espaços de poder.
— Representatividade é importante em todos os âmbitos. Tirando isso, escuto bastante gente da minha idade falar de estudo e oportunidades de trabalho — aponta o estudante Kauã Guedes Guerreiro.
Antigas demandas dos brasileiros, o combate à fome, a geração de empregos e a preservação do meio ambiente são os valores sociais que aparecem em primeiro lugar entre jovens. Foi o que indicou a já citada pesquisa do Ipec divulgada em setembro de 2021.
08/05/2022 – Portal Camaquã
Link: https://www.portaldecamaqua.com.br/noticias/46694/vencedores-do-unicred-porto-alegre-health-alliance-sao-premiados-na-south-summit-brazil.html
Vencedores do Unicred Porto Alegre Health Alliance são premiados na South Summit Brazil
Os projetos na área da Saúde receberam prêmios em dinheiro, além de mentorias e outras capacitações em empreendedorismo e inovação
As equipes vencedoras do Unicred Porto Alegre Health Alliance – Programa de Inovação e Empreendedorismo na área da Saúde – chamaram a atenção do público para seus projetos, na tarde da sexta-feira, dia 6 de maio de 2022, ao receberem suas premiações no último dia de realização da South Summit Brazil Porto Alegre, um dos eventos mundiais de maior prestígio voltado à inovação e startups.
A entrega, realizada no estande da Prefeitura Municipal no espaço da feira, contou com a presença do presidente da Câmara de Vereadores, Idenir Cechim; do chefe de Gabinete do prefeito Sebastião Melo, André Flores Coronel; do secretário do Planejamento e Assuntos Estratégicos, Cezar Schirmer; do secretário de Inovação, Luiz Carlos Pinto da Silva Filho, do diretor-Geral da Unicred Porto Alegre, João Batista Loredo de Souza, assim como dos representantes das demais realizadoras do programa.
Projetos premiados
O vencedor do programa Unicred Porto Alegre Health Alliance, a receber o 1º prêmio na South Summit Brazil Porto Alegre foi o projeto "Mosquitoramento". O dispositivo, considerado de baixo custo, permite detectar por meio de áudio o mosquito Aedes Aegypti, que provoca a doença da dengue. A equipe representada por Luiz Felipe de Moura, recebeu o prêmio em dinheiro de R$ 10 mil. Eles agradeceram a oportunidade oferecida pelos realizadores e já buscam apoio para o aperfeiçoamento do projeto.
No 2º lugar, a equipe Inn Power, de Giulia Lopes, recebeu o prêmio de R$ 7 mil com o projeto "Amparo", um aplicativo, já em fase de protótipo, idealizado para dar acompanhamento de saúde com mais qualidade ao público idoso. Formada em Odontologia, Giulia disse estar feliz com este reconhecimento, uma vez que a criação do projeto se deve a uma experiência pessoal na família e que agora poderá beneficiar muitas pessoas.
O projeto “PRAVC" - uma plataforma capaz de inovar e otimizar o trabalho fisioterapêutico no tratamento dos pacientes com AVC, em 3º lugar, foi premiado com R$ 3 mil. O estudante do curso de Fisioterapia, José Laurito, recebeu a premiação em nome de sua equipe.
O 4º lugar, da equipe Lauduz, foi representada por Wilson Zatt. O projeto Healthtech de telemedicina B2B, focada em hardware, que prevê tornar as teleconsultas mais completas e acessíveis, recebeu uma série de incentivos. Entre eles, horas de mentorias sobre empreendedorismo, inovação, negócios, mercado financeiro, participação em eventos; e capacitações em empreendedorismo e inovação.
Participaram de forma colaborativa de toda a construção e realização do programa a Unicred Porto Alegre, Aliança para a Inovação (UFRGS, PUCRS e UNISINOS), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade Católica de Pelotas (UCPEL), Universidade Feevale, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Hospital São Lucas da PUCRS (HSL), Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Hospital Ernesto Dornelles (HED), Hospital Mãe de Deus, Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Fundação Médica do Rio Grande do Sul (FUNDMED), GROW+, Ventiur, Kital, o movimento Pacto Alegre e a Associação Gaúcha de Startups (AGS)
Os projetos na área da Saúde receberam prêmios em dinheiro, além de mentorias e outras capacitações em empreendedorismo e inovação
As equipes vencedoras do Unicred Porto Alegre Health Alliance – Programa de Inovação e Empreendedorismo na área da Saúde – chamaram a atenção do público para seus projetos, na tarde desta sexta-feira (06), ao receberem suas premiações no último dia de realização da South Summit Brazil Porto Alegre, um dos eventos mundiais de maior prestígio voltado à inovação e startups.
A entrega, realizada no estande da Prefeitura Municipal no espaço da feira, contou com a presença do presidente da Câmara de Vereadores, Idenir Cechim; do chefe de Gabinete do prefeito Sebastião Melo, André Flores Coronel; do secretário do Planejamento e Assuntos Estratégicos, Cezar Schirmer; do secretário de Inovação, Luiz Carlos Pinto da Silva Filho, do diretor-Geral da Unicred Porto Alegre, João Batista Loredo de Souza, assim como dos representantes das demais realizadoras do programa.
Projetos premiados
O vencedor do programa Unicred Porto Alegre Health Alliance, a receber o 1º prêmio na South Summit Brazil Porto Alegre foi o projeto "Mosquitoramento". O dispositivo, considerado de baixo custo, permite detectar por meio de áudio o mosquito Aedes Aegypti, que provoca a doença da dengue. A equipe representada por Luiz Felipe de Moura, recebeu o prêmio em dinheiro de R$ 10 mil. Eles agradeceram a oportunidade oferecida pelos realizadores e já buscam apoio para o aperfeiçoamento do projeto.
No 2º lugar, a equipe Inn Power, de Giulia Lopes, recebeu o prêmio de R$ 7 mil com o projeto "Amparo", um aplicativo, já em fase de protótipo, idealizado para dar acompanhamento de saúde com mais qualidade ao público idoso. Formada em Odontologia, Giulia disse estar feliz com este reconhecimento, uma vez que a criação do projeto se deve a uma experiência pessoal na família e que agora poderá beneficiar muitas pessoas.
O projeto “PRAVC" - uma plataforma capaz de inovar e otimizar o trabalho fisioterapêutico no tratamento dos pacientes com AVC, em 3º lugar, foi premiado com R$ 3 mil. O estudante do curso de Fisioterapia, José Laurito, recebeu a premiação em nome de sua equipe.
O 4º lugar, da equipe Lauduz, foi representada por Wilson Zatt. O projeto Healthtech de telemedicina B2B, focada em hardware, que prevê tornar as teleconsultas mais completas e acessíveis, recebeu uma série de incentivos. Entre eles, horas de mentorias sobre empreendedorismo, inovação, negócios, mercado financeiro, participação em eventos; e capacitações em empreendedorismo e inovação.
Participaram de forma colaborativa de toda a construção e realização do programa a Unicred Porto Alegre, Aliança para a Inovação (UFRGS, PUCRS e UNISINOS), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade Católica de Pelotas (UCPEL), Universidade Feevale, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Hospital São Lucas da PUCRS (HSL), Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Hospital Ernesto Dornelles (HED), Hospital Mãe de Deus, Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Fundação Médica do Rio Grande do Sul (FUNDMED), GROW+, Ventiur, Kital, o movimento Pacto Alegre e a Associação Gaúcha de Startups (AGS).
08/05/2022 – Revista Galileu
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/05/nobel-de-medicina-conheca-12-mulheres-premiadas-em-mais-de-um-seculo.html
Nobel de Medicina: conheça as 12 mulheres premiadas em mais de um século
Pesquisadoras brasileiras resgataram as trajetórias das mulheres laureadas, que correspondem a apenas 5,4% de todos os cientistas reconhecidos na categoria do prêmio
Criado a partir de um desejo póstumo do inventor e químico sueco Alfred Nobel, o famoso prêmio Nobel concedeu a primeira láurea em 1901. Algumas das categorias da premiação mais importante da ciência já estavam pré-estabelecidas no testamento de seu criador: Medicina, Química, Física, Literatura e Paz. Desde então, mais de 900 pessoas já foram reconhecidas pelo prêmio, sendo 224 delas na categoria de Medicina ou Fisiologia. Só que, dessas, apenas 12 (ou 5,4%) são mulheres.
Essa disparidade intrigou as pesquisadoras Fernanda Wengrover, de 25 anos, e Anna Maria Garcia Cardoso, de 30 anos. Wengrover cursa o sexto ano de medicina na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), e Cardoso é médica residente em Cirurgia Geral na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Após lerem um artigo sobre a gastroenterologista brasileira Angelita Habr-Gama — reconhecida pela Universidade Stanford, nos EUA, por estar entre os 2% de cientistas com maior destaque mundial —, Fernanda e Anna decidiram pesquisar sobre as vencedoras do Nobel de Medicina.
Embora Marie Curie seja uma das mais notáveis vencedoras do prêmio — ela levou o Nobel de Física em 1903 e o de Química em 1911 —, as brasileiras queriam descobrir quais outras mulheres se destacaram na premiação. E os achados são frustrantes. “Não tem nenhum artigo científico falando sobre as ganhadoras do prêmio Nobel de Medicina ou Fisiologia. Simplesmente não existe", lamenta Anna Cardoso. “Ao contrário de Marie Curie, que tem muito conteúdo e até filme na Netflix.”
O estudo The 12 women who won the Nobel Prize in Medicine or Physiology foi publicado em dezembro de 2021 na revista científica Scientia Medica. Orientadas pelo médico cirurgião Marcelo Garcia de Toneto, professor da Escola de Medicina da PUCRS, elas investigaram quem foram essas mulheres e que destaque tiveram por seus feitos. Para isso, consultaram o site do Prêmio Nobel e os livros Mulheres que Ganharam o Prêmio Nobel em Ciências (Marco Zero, 2008), de Sharon Bertshc McGrayne, e Nobel: o Prêmio e o Homem - Prêmios Nobel de Fisiologia e Medicina (JSN, 1999), de João J. Noro. “Esperamos que essa pesquisa inspire meninas que sonham em seguir carreiras científicas”, afirma Anna Cardoso.
Reconhecimento desigual
A primeira mulher a ganhar um Nobel em Medicina ou Fisiologia foi laureada apenas 46 anos após a criação do prêmio. Em 1947, a bioquímica estadunidense Gerty Cori foi a primeira mulher a ser reconhecida na categoria, dividindo a honraria com mais dois homens. Um deles era seu marido, Carl Ferdinand Cori, com quem desenvolveu pesquisas sobre o curso da conversão catalítica do glicogênio, que foi essencial para uma melhor compreensão do diabetes.
Já a primeira – e única – mulher a conquistar a láurea sem compartilhar com outros cientistas nesta categoria foi premiada apenas 36 anos depois de Cori. Em 1983, Barbara McClintock foi reconhecida por seus estudos sobre elementos genéticos móveis chamados de transposão, genes “saltadores” que transitam no genoma e são capazes de se mover e replicar em segmentos do DNA.
Quem foram as outras vencedoras?
Entre Cori (1947) e McClintock (1983), apenas uma outra mulher foi premiada. Em 1977, Rosalyn Yalow, física e médica norte-americana, conquistou o prêmio junto a Roger Guillemin e Andrew Schally. Yalow foi responsável por desenvolver uma técnica usada para determinar concentrações de hormônios chamada de radioimunoensaio.
Após McClintock, nove mulheres ganharam o Prêmio Nobel em Medicina ou Fisiologia. A neurologista italiana Rita Levi-Montalcini levou a láurea em 1986 por suas descobertas sobre fatores de crescimento. Dois anos depois, em 1988, Gertrude B. Elion ganhou por seu estudo sobre princípios importantes para o tratamento contra as drogas. Em 1995, foi a vez de Christiane Nüsslein-Volhard ser laureada por suas descobertas sobre o controle genético do desenvolvimento embrionário.
Após a virada do século, a primeira mulher premiada foi Linda B. Buck. Em 2004, ela ganhou o Nobel por sua pesquisa na área de receptores odoríferos e a organização do sistema olfativo. Quatro anos depois, em 2008, a virologista francesa Françoise Barré-Sinoussi recebeu a honraria por conta da sua contribuição na descoberta do vírus da imunodeficiência humana (HIV).
Até hoje, o ano de 2009 foi o único em que duas mulheres ganharam a láurea na categoria. As escolhidas foram as biólogas Carol W. Greider e Elizabeth H. Blackburn, pela descoberta conjunta da enzima telomerase e de como os cromossomos são protegidos por telômeros Em 2014, a psicóloga norueguesa May-Britt Moser recebeu o prêmio por suas descobertas sobre de células que constituem um sistema posicionado no cérebro. A última mulher a ser premiada foi a farmacologista chinesa Tu Youyou. Em 2015, ela foi reconhecida por seus achados sobre um novo tratamento contra a malária.
Múltiplas jornadas
Um fato que chamou atenção durante o estudo é a quantidade de laureadas que tiveram filhos. Das 12 premiadas, seis não foram mães. A alemã Christiane Nüsslein-Volhard, laureada em 1995 e graduada em biologia pela Universidade de Frankfurt, faz parte das laureadas que não tiveram filhos.
Mesmo não sendo mãe, em 2004, ela criou uma fundação que leva seu nome e é voltada justamente para dar suporte às mães pesquisadoras, que têm uma jornada dupla: a do trabalho e a da maternidade. A chinesa Tou YouYou, por exemplo, teve de abrir mão da criação de seus dois filhos para conseguir terminar sua pesquisa. Para as autoras, mais estudos são necessários para investigar o impacto da maternidade na produção científica de mulheres.
05/05/2022 – GZH e Diário Gaúcho
Link GZH: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/noticia/2022/05/chegada-do-inverno-podera-ajudar-a-reduzir-o-numero-de-novos-casos-de-dengue-no-rs-cl2tk4npj000m0167fx1mbh54.html
Link Diário Gaúcho: http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2022/05/chegada-do-inverno-podera-ajudar-a-reduzir-o-numero-de-novos-casos-de-dengue-no-rs-23243239.html
Chegada do inverno poderá ajudar a reduzir o número de novos casos de dengue no RS
Mosquito transmissor da doença não sobrevive por muito tempo durante o frio, mas medidas de prevenção precisam ser mantidas para eliminar ovos e larvas
Com a aproximação do inverno, que começa em 21 de junho, o número de casos de dengue deve diminuir de forma gradativa no Rio Grande do Sul. Isso porque o mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, não sobrevive por muito tempo em baixas temperaturas, ao contrário de seus ovos e larvas — motivo pelo qual é preciso manter as medidas de prevenção mesmo durante os dias de frio.
Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) afirmou que espera uma diminuição já neste mês de maio, conforme a tendência observada em anos anteriores. A pasta destacou, entretanto, que 2022 tem sido um ano atípico, com um número muito alto de casos, por isso, não há como prever se a redução realmente ocorrerá. Atualmente, o Rio Grande do Sul tem 19.159 casos confirmados de dengue, sendo 16.010 autóctones, e 15 mortes pela doença.
Luiz Carlos Rodrigues Júnior, professor de Imunologia e Virologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), explica que as baixas temperaturas resultam em menor quantidade de mosquitos porque o frio reduz significativamente o tempo de vida desses insetos, que pode chegar a 60 dias no verão. Já os ovos e as larvas, depositados na água, permanecem vivos e podem voltar a se desenvolver, dando origem a novos mosquitos, com o retorno de semanas quentes.
Por isso, o especialista destaca que a diminuição do número de casos é gradativa, e não ocorre de uma hora para outra:
— Pode acontecer em maio, mas ainda temos pessoas infectadas e temperaturas médias, então não vai ser algo rápido. Com a chegada do frio, vai diminuir porque não teremos o vetor, que é o mosquito, mas não temos muita regularidade climática, o que significa que a transmissão pode recomeçar mesmo durante o inverno.
O chefe do Serviço de Infectologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Eduardo Sprinz, complementa que o cenário ideal para a multiplicação do Aedes aegypti é temperatura entre 20°C e 30°C, com umidade e água, onde os ovos podem eclodir e as larvas conseguem se desenvolver. Além disso, o calor precisa ser contínuo para que o ciclo de reprodução dos insetos se perpetue — ou seja, uma ou duas semanas de temperaturas altas não são suficientes para isso.
— A redução dos casos de dengue deve começar com a primeira onda de frio no Rio Grande do Sul. Mas, em um cenário sem a diminuição da temperatura, pode ser que os registros não diminuam tanto quanto o esperado — aponta Sprinz.
Cuidados devem ser mantidos
Diante dessa possibilidade, os especialistas ressaltam que as medidas de prevenção, como não deixar água parada em vasilhas e demais recipientes (confira mais orientações abaixo), devem ser mantidas durante o inverno, a fim de eliminar ovos e larvas depositados anteriormente.
Alex Elias Lamas, gerente da Unidade de Vigilância Ambiental em Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Porto Alegre, afirma que o órgão permanecerá com a campanha para conscientizar a população sobre a dengue nos próximos meses, chamando a atenção principalmente para o cuidado com os ovos do mosquito, que podem durar até 400 dias em ambientes secos.
— Os casos da doença e a circulação de mosquitos vão diminuir no auge do inverno, mas ainda haverá todos os ovos que foram colocados antes disso. Então, vamos manter essa campanha para que a gente consiga reduzir os novos casos no próximo verão — salienta.
Também haverá manutenção do trabalho dos agentes de endemias, que agora estão atuando com foco nas regiões da cidade que têm maior número de casos confirmados, e a instalação de armadilhas em áreas onde há grande vulnerabilidade em termos de saneamento, com o objetivo de prevenir criadouros de mosquitos.
Questionada sobre as ações previstas para os próximos meses, a SES informou, por meio de nota, que “a capacitação das equipes de assistência, tanto em nível da rede de atenção primária em saúde quanto de atenção hospitalar do Estado, são permanentes e incluem o manejo clínico da dengue”. A pasta ainda destacou que, na sexta-feira (6), será gravada uma vídeo aula sobre o assunto com a Dra. Marília Severo — o material estará disponível para acesso pelo YouTube — e que haverá uma reunião com Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems-RS) na próxima segunda-feira (9) “para construir e articular ações em conjunto com os municípios gaúchos”.
Confira medidas para evitar a proliferação dos mosquitos
- Verifique os vasos de plantas, retirando os pratinhos. Passe esponja para limpar os ovos que ficaram aderidos e podem sobreviver até 400 dias sem contato com a água;
- Bromélias e outras plantas podem acumular água. Nas plantas no solo, dê um jato de água nas folhas para remover larvas que tenham se desenvolvido no encaixe das folhas;
- Veja se tem materiais em uso e que possam acumular ou estejam com água, como baldes, potes e garrafas. Caso identifique, é importante secar, tampar ou colocar em local coberto;
- Caixas d'água, tonéis ou recipientes para armazenamento de água da chuva devem ser mantidos tampados e sem frestas — ou, então, colocar tela milimétrica (usada em mosquiteiros);
- Materiais que podem ser descartados, como latinhas, embalagens plásticas, vidros e garrafas PET devem ser recolhidos e colocados em um saco plástico para a coleta seletiva de lixo;
- Verifique se a calha está desimpedida, removendo folhas e outros materiais que possam impedir o escoamento adequado da água;
- Inspecione os ralos. Se mesmo em dias secos estiverem com água, deve-se colocar tela milimétrica ou, semanalmente, acrescentar água sanitária no ralo para matar as larvas;
- Piscinas plásticas pequenas devem ser periodicamente esvaziadas ou tratadas com cloro;
- Piscinas fixas devem ser limpas uma vez por semana e tratadas com cloro sempre;
- Pneus devem ser mantidos em locais cobertos ou fazer furos grandes para escoamento da água, caso os utilize na área externa;
- Banheiros externos e áreas sem uso devem ser mantidos com vasos sanitários tampados e com tela milimétrica nos ralos;
- Pessoas contaminadas com a dengue devem se proteger com repelentes e utilizar roupas compridas, para evitar que os mosquitos as piquem.
05/05/2022 – Portal da Assembleia Legislativa Estado do Rio Grande do Sul
Link:http://www.al.rs.gov.br/agenciadenoticias/destaque/tabid/855/IdMateria/328316/Default.aspx
Edegar Pretto: “A educação é um campo muito fértil para gerar desenvolvimento e oportunidades”
O legado dos governos petistas na formulação e gestão de políticas públicas foi destacado pelo deputado Edegar Pretto, no 1°Seminário de Pós-Graduação do Mestrado Profissional em Políticas Públicas da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), campus de São Borja. O evento aconteceu de forma remota nesta quarta-feira (04), com a mediação das professoras Ângela Gomes e Rebecca Magalhães.
Edegar Pretto, que é formado em Gestão Pública e está em seu terceiro mandato consecutivo na Assembleia Legislativa, foi um dos convidados para abordar temas vinculados a políticas públicas. Ao falar das suas experiências na área, lembrou que no seu primeiro mandato no parlamento, que iniciou em 2011, foi líder do Governo Tarso Genro, onde o Estado, pela primeira vez, destinou 12% do seu orçamento para a saúde, ampliando a regionalização do atendimento.
Ele disse ainda que o nascimento da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), no Governo Olívio Dutra, foi impulsor do desenvolvimento regional. “Foi muito rica aquela experiência, uma espécie de laboratório para que levássemos ao governo Lula sugestões de investimentos necessários em educação”, disse Pretto, lembrando que no governo do ex-presidente foram criados 173 campi universitários e 18 universidades federais no Brasil. Já no No RS, foram três novas universidades – a Unipampa, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) –, e mais de 40 campus de escolas técnicas em diversas cidades.
Edegar Pretto lamentou que, depois de tantos investimentos, a rede pública esteja em risco devido aos cortes na educação, promovidos pelo governo Bolsonaro, impactando 110 universidades, institutos e escolas técnicas. “O Brasil sofre com a fuga de cérebros, ou seja, pessoas qualificadas que se formam em universidades, não encontram oportunidades e vão para outros países em busca de emprego e renda. Nunca tivemos tantos jovens desanimados como agora. 62% deixariam o nosso país se tivessem oportunidades”, afirmou. Ele ressaltou que o Estado precisa voltar a investir em educação, pois ela é “um campo muito fértil para a busca do desenvolvimento parelho, que gere oportunidades.”
Ao comentar sobre a importância do profissional das Políticas Públicas para a qualificação das demandas públicas, recordou o processo de elaboração de um projeto de lei de sua autoria, que foi aprovado por unanimidade em 2011, permitindo às agroindústrias familiares venderem seus produtos de origem animal em todo o território gaúcho. O Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf) foi fruto de muito diálogo e debate com a academia, especialistas, pesquisadores e profissionais da área de políticas públicas, além de agricultores familiares e lideranças de movimentos sociais e sindicais.
Edegar Pretto frisou que há a necessidade de trazer esses profissionais para a administração pública, realizar contratações e melhorar a inteligência estatal. Ao mesmo tempo, enfatizou que o RS está prestes a aderir ao Regime de Recuperação Fiscal, que vai barrar investimentos por 10 anos, por “uma dívida injusta e impagável”. “O investimento do Estado em áreas e regiões importantes, como esta da Fronteira, tem que ser do tamanho da necessidade. Fazer investimentos públicos neste momento é também a oportunidade de a economia reagir positivamente. Com isso, o Estado vai arrecadar mais e poder cuidar melhor das pessoas”, complementou.






